remetente: filiperson papéis especiais

Estão completos cinco anos que tenho acompanhado ilustradores em redes sociais. Essa frequência me fez reaprender a rabiscar algumas coisas e de um tempo pra cá também me fez dedicar horas em estudos e sonhos. Quando gostamos muito de fazer algo tudo em nossa volta aponta para isso e quase sem perceber, vi que a arte sempre está comigo - sempre mesmo. 

Desde que comecei a ilustrar e colocar as coisinhas num perfil do Instagram naveguei entre estilos e jeitos que foram essenciais às descobertas artísticas da minha breve jornada até aqui. Lápis, tinta, digital. Experimentei de tudo. Isso também foi super legal para eu ir encontrando um estilo e entendendo todo esse caminhar que a ilustração foi me proporcionando.

Bem, se eu pudesse descrever o que gosto de rabiscar, direi que amo as palavras. Sim, as palavras. Gosto de como o desenho desperta sentimentos através de gestos e elementos. Talvez por isso eu sempre inclua plantas, flores e mãos em tudo o que faço. O traço feminino aliado aos tantos detalhes e cores me ensinam muito sobre o significado da poesia, do amor e da coragem. Um misto de coisas boas. E semanas atrás uma marca que muito admiro se juntou ao nosso diário para me ajudar nessa bonita missão. 


Desde que comecei a testar formas e tintas no papel conheci a Filiperson através das papelarias da cidade. Lembro bem que saí feliz anos atrás de uma loja com um apontador, lápis de cor, um mapa enorme e papel vergê. Esse dia foi um divisor porque através dele experimentei rabiscos em folha e comecei a buscar por nomes que pudessem me inspirar - Amanda Mol e Oana Belfort foram as primeiras, lembro bem. 

Anos depois a loja que conheci naquela papelaria me enviou os produtos da sua mais nova linha para que eu pudesse experimentar e criar coisas lindas com eles. Imaginem a minha felicidade, amigos! Por isso eu não poderia deixar de compartilhar a linha Filiart Renaud e o bloco Filipinho Escolar com vocês, ♡.




Os papéis que testei até aqui foram de aquarela e com gramatura suficiente para suportar lápis de cor. Quando o carteiro chegou aqui em casa e abri o envelope percebi tipos novos e suuuper diferentes para que eu pudesse experimentar, são eles: aquarela, profissional e artístico. Confesso que dos três o que me chamou mais a atenção foi o artístico, pois, acreditem ou não, ele tem superfície de tela (sim!!! tela!) e eu ainda não conhecia esse tipo de material.

Outro queridinho que já ganhou o meu coração foi o bloco Filipinho Escolar que tem uma das minhas cores favoritas: o creme. Ele possui uma leve textura e as cores do lápis que você utilizar se destacarão bem conforme você utilizar. Como ele tem gramatura 140g/m² ainda não utilizei tintas, mas confesso que quero experimentar. Enquanto isso, para as ilustraçõe seguintes, utilizei lápis de cor Multicolor e em alguns detalhes lápis aquarelável da Faber-Castell, que por ser cremoso, fica lindo em detalhes.





Quero agradecer também a Filiperson Papéis e a Thais pelo carinho. Coisas lindas nascerão aqui. Para conhecer de pertinho a loja e todos os produtos legais:



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Vejo vocês!

fotografia e história em Maceió


Após concluir o longo processo de construção do Trabalho de Conclusão de Curso para a faculdade - inclusive, quero muito conversar sobre essa experiência com vocês em breve -, eu e uma amiga fomos atrás de poesia e alfarrábios pela cidade. 

Para quem ainda não conhece, Maceió é uma cidade muito incrível historicamente para ser explorada e, com toda a certeza, o Centro é o meu lugar favorito. Isso permite que em uma única tarde você possa visitar muitos lugares históricos e ter experiências gratuitas que valem muito ser registradas. 


Apesar de já ter registrado a biblioteca outras vezes, parece que a cada visita minha ela fica mais especial. Dessa vez eu parei um pouco no setor infantil e isso me reservou muitas surpresas. A literatura dessa categoria sempre nos reserva mundos, personagens, cores e formas únicas. Isso já é o suficiente para nos permitirmos parar um pouco e admirar as pequenas [grandes] coisas que o desenho e a escrita nos dão. 




Dessa vez eu também saí com o intuito de explorar a lente do kit da minha velha amiga, uma Canon T3. Apesar de ser uma lente escura para quem ama a luz natural como eu e quando comparada a minha 50mm f/1.8 consideravelmente mais clara e fixa (sem zoom), a 18-55mm f/3.5-5.6 pode servir muito quando prestamos atenção na luz e nas configurações que ela nos permite executar. O resultado disso foram os registros desta publicação, ♡.













Para encerrar a publicação, um vídeo. Yay! Fazia um tempo que eu não editava umpara o canal e retornar/planejar novos conteúdos é algo que significa demais por aqui. Espero vocês em novas aventuras seja no blog, YouTube ou qualquer lugar ✿☽


See you! 

bem-te-vi, bem que eu te quis

Quarta foi um dia para muitas tarefas serem realizadas. Após isso acontecer - ainda bem -, o vizinho sinalizou que havia um pássaro na minha calçada. Ferido e quase não voando, eu temi que ele se machucasse mais e fiz companhia com a minha câmera.






A notícia boa é que o bem-te-vi conseguiu voar alto após um tempo - a minha vontade era que ele ficasse sempre no jardim de casa "caminhando" e voltando para que eu pudesse registrá-lo, mas infelizmente não é assim, rs. Amo pássaros! São os meus bichinhos favoritos da vida.  


dear diary #17 | algumas páginas esquecidas

Eu vejo muitos detalhes se acumulando diante de mim e algumas vezes eles estão bem mais no celular do que no cartão de memória da minha câmera. Com um tempo fui levando muito a sério a recomendação de registrar os passos que eu encontraria por aí - e isso tudo fez ainda mais sentido depois que eu criei um blog e passei a registrar isso aqui também. 

Falando em blog, eu lembro ter criado [em 2017?] essa categoria cujo intuito seria partilhar algum assunto semanal, alguma coisa que me inspirasse e consequentemente abraçaria vocês também. Como podemos observar, alguns meses correram até esta publicação nascer - e tá tudo bem. Esse tempo foi bem necessário aqui e, acreditem, as páginas esquecidas do dear diary estão sendo resgatadas por essas palavras e algumas flores que encontrei pelo caminho. Seguem exemplos de algumas pétalas e outras coisinhas mais:








A quem interessar, o meu celular é um MotoG3 e os apps utilizados foram VSCO e Afterlight. Quem sabe um dia eu traga um post sobre edição de fotos pelo celular pra cá. O que acham? 


See you!

reflorescência, o livro da P. Luiza




Eu comecei a usar redes sociais em 2011, ano em que tive acesso a internet em casa pela primeira vez. Conheci blogs, me aventurei com o Tumblr e foi nessa fase que conheci a poesia e a fotografia. Anos depois eu entrei para o Instagram e o efeito foi o mesmo, só que na plataforma me aproximei de muitas pessoas. Algumas do lado da cidade, outras do outro lado do oceano e a Luiza, uma amiga do sul do Brasil. 

Penso que o que nos uniu foi a poesia, de fato. Nossos users combinavam antes mesmo de nos conhecer. Eu, poesialary e ela, até hoje, poesialuiza. Demos as mãos, mesmo longe, numa dança de versos, alegrias, angústias e sonhos - muitos, por sinal.  Desde 2014 [Lu, me corrija se eu estiver errada, rs] trocamos cartas. Todas as que chegaram, todas as que partiram representam partes muito sinceras de nós duas. Todos os envelopes que tenho representam a parte mais bonita que um ser humano pode ter: a sua essência



Dessa vez enviei alguns adesivos que ilustrei [weee], um print da Inventamor [que amo muito e já mostrei muito aqui e aqui] e também cartões sobre o meu projeto com a fotografia. Acredito que nunca havia registrado detalhes das cartinhas assim e revendo esse instante só afirmo que trocar cartas é uma das coisas mais lindas da vida.


Quando a Lu me enviou a carta, senti que esse envio (em fevereiro de 2018) seria mais que especial. Eu senti porque sabia que naquele envelope viria o primeiro livro da Luiza, o seu Reflorescência.

Então imaginem. Estava eu, pronta para ler o livro da minha amiga após anos acompanhando o seu processo e lá estava diante de mim: crônicas, poemas, ilustrações. Um universo de verdades que me deixou muito [muito] emocionada.




 A arte da capa foi feita pela Morgana Feldhaus e a arte final desenvolvida pelo Fabrício Álex Bittencourt. A mistura de cores em aquarela ganhou o meu coração e de alguma maneira me senti ainda mais pertencente às páginas que Luiza criou.

Seguindo com esses detalhes lindos, o livro é dividido em cinco capítulos [I o pássaro, II a concha, III a xícara, IV o cabide, V o balão] e cada um deles traz crônicas e reflexões que cabem super bem dentro das nossas histórias. Admiro muito quem escreve com o cuidado e a sensibilidade de atingir quem o lê. E bem, a Lu conseguiu fazer isso comigo.




"na pintura da vida 
as histórias são o amor
manchado de aquarela 
por lágrimas-de-cor [...]" 

Reflorescência, p.96.




Espero muito que vocês tenham sido abraçados por detalhes especiais da minha amizade com a Luiza, assim como também espero que as páginas que ela escreveu tenham motivado vocês a admirar a vida por ângulos especiais. E ah, se você quiser adquirir essa obra é só conversar com a Lu através do seu Instagram, viu?

See you!
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