a gosto


Meu pai me ensinou muitas coisas. Sorrir até a barriga doer é uma delas. Outra coisa que aprendi é a célebre de ser apaixonada pelas coisas simples da vida. Ver o mar, rever aquele filme antigo, fazer um bolo no fim da tarde. Um ciclo. Um ciclo de coisas boas.

Existem coisas que ninguém sabe além de nós. Tipo que dormimos depois das 00:00 após a partida de futebol acabar. Ele me ensinou tudo sem saber. Ele me fez amar futebol. Entendo de faltas, pênaltis e sempre acerto qual tempo de acréscimo o juiz dará. Ou quase sempre. Bem mais do que isso. Amo criar, canções, cozinhar... tudo devido a ele. 

Somos difíceis juntos. Ele bem mais que eu. Mas nos entendemos, entendemos como deve ser.

No momento em que vivo, nessa loucura que é viver, a única coisa que me vem em mente é faça aquilo que o seu coração pedir, frase que ele sempre me repete. E assim sigo. 

Me declarei pra ele hoje cedo, e quis me declarar aqui também. 

Feliz vida, amor da minha. 




Fly away, skyline pigeon, fly
Towards the dreams
You've left so very far behind
Fly away, skyline pigeon, fly
Towards the dreams
You've left so very far behind
Let me wake up in the morning
To the smell of new mown hay
To laugh and cry, to live and die
In the brightness of my day

tenha uma câmera


Faz um tempo que não trago um diário de fotos para cá. Esses registros ficaram tão legais. O clima, as cores, as pessoas ajudaram. Gosto de como a fotografia pode colorir as nossas vidas. Hoje não quero escrever muito, mas se eu puder dizer uma coisa, essa coisa é: tenha uma câmera. Pode ser celular, uma câmera pequenina; mas tenha algo pra registrar os seus dias. 

É mágico, é vida. 
















Até logo, pessoal. 
:) <3 

favoritos dos últimos tempos


Lembram que eu falei nesse post sobre a importância de fazermos um ato de amor a nós mesmos? Esse ato envolve tanta coisa. Lembro que indiquei música e até a receita da minha vitamina de banana para vocês tomarem por aí (eu amo). E mais do que bebidas e canções, existem coisas que chegam e deixam o nosso coração mais quentinho. Inspirada na lista da Isadora sobre as suas coisas favoritas, resolvi também mostrar o que rolou por aqui.


- Sabonete 100% natural de argila verde - A idade nova chegou e eu me dei conta de que não estava fazendo nada (nada mesmo) para cuidar da minha pele facial/corporal. Desde pequenina vejo ela, mainha, cuidando da pele do corpo e rosto; mas ao contrário dela, eu sempre tive preguiça - do tipo muita. O primeiro passo foi entender que o meu corpo é o meu lar. E do mesmo jeito que gosto das minhas coisas organizadas, sei que meu corpo também merece esse ato de amô. Sei que a argila é bem legal para a pele e normalmente faço assim com meu rostinho: sabonete de argila > leite de colônia > hidratante. Por mais que pareça complicado manter esse cuidado, dar um passo de cada vez para ele é sempre uma boa escolha.

*Comprei o sabonete no bairro e custou um pouco mais de $3.





- Troca gratuita de livros - Alô alô você que já leu todos os seus livros (ou não) e tá desejando muito doar alguns ou trocá-los por outras criações maneiras. Conheci um sistema em Maceió, mas especificamente na Biblioteca Pública da cidade, onde você pode trocar os seus livros por outros. Doei Cinco minutos de José de Alencar e trouxe A first sight do Nicholas Sparks pra casa. A biblioteca fica aberta das 9h às 17h e fica no centro de Maceió (em frente a praça que fica de frente para a Catedral Metropolitana).



- Um sapato - Eu sempre quis um sapato que durasse muito e me trouxesse conforto. Eis que encontrei um oxford point da Zaxy com mini salto tratorado por $30 (TRINTA REAISSSS) e que antes custava $80. Ou seja, uma econonima de cinquenta golpinhos. Escolhi a cor preta e só depois me dei conta que todos os meus sapatinhos são pretos, mas eu amei mesmo assim.


- Vídeo sobre bad day e coisas boas - Produzir conteúdo sempre me move para caminhos bons. Eu gosto de pensar, construir um post, pensar um vídeo. Mesmo quando alguns dias são mais difíceis do que outros, é na criação que me sinto melhor. Esse vídeo da Jim Reno traduz muito isso. Tá tudo bem e tudo fica bem também. 




- Desenhar em folhas gigantes - Isso foi algo bom. Ilustrar em folhas maiores me deu um novo "gás" e a sensação boa de querer espalhar cartazes pelo mundo é muito boa também, risos. Até agora fiz essa borboleta e também uma sweet menina - que compartilhei com vocês via Twitter. Super recomendo que vocês comecem a rabiscar também, viu?

- Ficar menos no celular - Aprendi a não ficar tanto assim nas redes sociais. Costumo ficar com o celular um pouco mais a noite e bem menos durante o dia. Isso me ajudou a ser mais produtiva. Foi uma escolha minha porque alguns hábitos estavam me gerando consequências como: diminuição nos estudos, desatenção, improdutividade etc etc etc. Voltei a registar minhas coisas em uma agenda, além de perceber que dava para adaptar um pouco melhor dias versus afazeres. De uma maneira geral funciona assim: confiro "por cima" notificações extras ao acordar, a depender da responsabilidade respondo e depois disso me dedico às atividades (relatórios, provas, a faculade); ao concluir migro produção visual e textual. Ou seja, audiovisual, fotografia, blog e outras redes ~instagram, twitter, facebook. Resumidamente é isso.


Eu amei muito as fotografias de hoje e também gostei desse formato de post. Vocês também? O que aconteceu recentemente e te inspirou? Me conta! <3

colecionando borboletas


Eu já contei essa história algumas vezes, mas sempre gosto de falar outras mais.

Tive a sorte de estudar em uma escolinha próxima de casa. Lá eu aprendi a ler, escrever e contar histórias sobre borboletas azuis. Sim, histórias sobre borboletas azuis. Mesmo eu não tendo aqueles materiais que o meu eu criança sonhava, eu aprendia a criar com as coisas ao meu alcance. Era bom e ainda continua sendo bom. Eu criava outros planetas com pessoas só minhas e tudo era super importante para os meus dias. Hoje eu crio e tenho a mesma sensação.

Dia desses comprei folhas novas e colori outra borboleta. Só agora percebi que ilustrei uma borboleta azul, do mesmo jeito que eu contava tempos atrás. Por isso decidi compartilhar com vocês esse combo de amor. E bem mais do que um combo, pela primeira vez eu falei um pouco e trouxe vocês para conhecer uma simples parede do meu quarto. 

Utilizei, para a borboleta azul

- Lápis de cor aquarelável Faber-Castell com as cores vermelho, marrom claro, marrom, azul, azul cobalto, verde folha, verde amarelo 
- Lápis Leo&Leo nº 2/HB 
- Folha A3 da VMP 

Utilizei, para o vídeo

- O editor Adobe Premiere
- Minha camerinha, uma Canon T3
- A lente 50mm 1.8
- Minha voz e mão trêmula, hehe













Após ilustrar em uma folha maior do que aquelas que estou habituada, a minha vontade foi (e ainda é) de espalhar cartazes pelo mundo, hahaha. Imaginem umas plantinhas, palavras, coisinhas por aí... Eu iria amar. Inclusive, ainda hoje, após os estudos do tcc, rabisquei outra coisinha e tô louca pra colorir. Por isso espero, de coração, que tenham gostado de acompanhar mais um resultado de processo criativo comigo.

Boa semana, pessoal. <3 


longe ou perto


Esse é um desses momentos em que eu paro pra sonhar um pouco mais - e fazer bem mais para que esses momentos se realizem. 

Somente hoje eu me dei conta que completou dez anos que conheci a fotografia de pertinho. Todo esse conhecimento veio pelo meu primo Henrique que olhou (sempre) para a família através de uma câmera. Foi ele que me mostrou que era possível transformar momentos e graças a ele eu me permito estudar e acreditar que é possível seguir na área. 

Hoje, esse meu primo mora em São Paulo. E entre as suas idas e vindas, ele dá um jeito de me mostrar as ruas, igrejas, as pessoas. Tudo. Sempre. Essepê como é, como eu imagino um dia ver. Por isso esse post é pra quem, assim como eu, ainda não viajou; ainda não teve oportunidade de explorar as coisas em outro lugar. E Rick, obrigada por lembrar de mim mesmo daí. Longe, ou perto. Sempre. Saudade. 














Todas as fotos são dele, mas editei e achei super demais a sensação de ver as imagens e me sentir num filme. Vocês sentiram o mesmo? Cada rua, uma história. Cada pessoa, um universo. Gosto disso na fotografia: a capacidade de nos levar para qualquer lugar e sensação. Viva!

Por fim, um pouco de Beirut para nos iluminar. 

Bom resto de semana pessoal.

Com afeto,

Lary
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