dezembro 12, 2017

as canções do meu ano



Ai, gente, não, eu amo amo ver retrospectivas. Principalmente quando essas voltas ao passado envolvem coisas que eu estava próxima o ano inteiro. Não me lembro se no ano passado o Spotify trouxe essa lembrança, mas só pude ver esse ano a minha e resolvi conversar sobre isso, assim vocês podem me contar o que amam ouvir. 

Bem, para a minha surpresa, o gênero que eu mais ouvi foi o Pop. Entre Indie Folk e outros que eu ainda não sabia o nome, o Pop prevaleceu. Ouvi tanto, tanto, que nem me dei conta. Foram quase nove mil minutos ao lado de muitas canções e quase 400 artistas. Dentre os mais escutados, Yann Tiersen ficou em primeiro - eu já esperava por isso, hihi. Desde que conheci as obras de Tiersen não parei nunca mais de ouvi-lo. Por vezes repito álbuns e não enjoo de nenhuma criação por ele publicada. A minha favorita da vida é A quai, mas no Spotify a que mais ouvi foi Banquet, que me cativou pelo som nostálgico me fazendo voltar às sensações gostosas da vida.




Depois eu descobri que Silva, Frédéric Leroux, Beirut, Manon Clément seguiram sendo os caras que mais trouxeram canções ao meu ano. Silva com a releitura de Beija Eu e os outros músicos com releituras de canções do Yann Tiersen - menos Beirut, que soube me encantar com outras músicas e é claro que vou deixar o meu vídeo favorito, que inclusive já foi tema de um post aqui do blog.

Além desses artistas amo sempre ouvir Elton John, Michael Jackson, Jack Johnson, Camera Obscura e por aí vai... <3



Amei descobrir que conheci mais de 300 artistas, amei saber que a música se fez presente em detalhes do meu cotidiano. O post é assim, curtinho, mas com o intuito lindo de poder inspirar vocês de alguma forma. Espero que vocês ouçam algumas dessas canções com c(alma), de verdade <3





Obrigada por tudo. :D

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dezembro 10, 2017

dear diary #13 | então é dezembro



Faz um tempo que não temos dear diary por motivos muitos. Não queria falar dos estudos, mas in(felizmente) foi por isso. Só Deus sabe o quanto sonhei em ver todas as minhas notas/projetos recebendo aprovação. Agora só resta um degrau para que eu fique mais tranquila. Acredito que dezembro me trouxe coisas tão boas - não me refiro às coisas materiais -, mas a sabedoria para olhar para frente e seguir como eu sempre fiz. O bom de dezembro são as reflexões que ele nos traz, né? Eu amo muito.

Hoje, além de atualizar o blog, quis muito trazer detalhes de como as coisas estão caminhando por aqui. Dentre as atualizações, as simplicidades natalinas daqui de casa. Sou apaixonada nisso.

1. Estou lendo novamente blogs que me inspiram. Entre eles, re(descobri) o blog da Melina Souza e gostei muito de descobrir lugares, livros e inspirações através daquilo que ela cria. Mel é doce e acredito que muitos de vocês a conhecem. <3
2. Aproveitando para estudar espanhol e me manter confiante hablando e cantando. Agora tô na vibe do Fonsi com a Demi em Echame la Culpa.
3. Outra coisa que me animou foi retomar os estudos com o inglês. O boy sempre me motiva a falar, escrever, assistir mais; e as dicas da Mel estão sendo bem valiosas por aqui. Fico bem feliz ao assistir e compreender as coisinhas todas. Já com um planner montado para ver docs e filmes diariamente.
4. Outra música que me animou (e bem legal para aprender inglês!) é a Perfect do Ed Sheeran. Nessa versão ele canta com a rainha Beyoncé, o que nos permite ver duas versões apaixonadas, despacito, nos fazendo compreender cada palavra cantada.




Para ler mais páginas dessa categoria é só clicar na tag Diário (:

Até logo, pessoal. 

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dezembro 04, 2017

de outubro até aqui | vídeo

Durante as minhas pausas diárias eu gosto de pensar nos detalhes que poderão me fazer bem. Aqueles hábitos, aquelas palavras que podem me fazer melhor. E editar vídeos sempre esteve nesse meio. Nos últimos meses aprendi bem mais a valorizar o trabalho de quem produz. Afinal, como nós sabemos, os filmes, as fotografias, as ilustrações; nada surge do nada. A montagem de uma publicação - como essa - pode ter sido um processo difícil para quem a fez, já que nem sempre as coisas saem como queremos. E o mesmo acontece com um vídeo. Uma simples "junção" de cenas demanda horas de um dia (ou um dia inteiro) de alguém. É um misto de cansaço e prazer. Por isso é bom todos/todas nós aprendermos a valorizar os passos dos coleguinhas que já atuam na área. Além do trabalho, da satisfação, do tempo, há uma série de fatores envolvidas em cada processo; uma delas é o bloqueio criativo.

O silenciar pode ser valioso, mas você também precisa saber voltar. Muitas vezes essa volta é tão complicada. Você vem desmotivado e não vendo um sentido naquilo que tu produz. E se eu puder de aconselhar é: volte mesmo assim. Só nós sabemos daquilo que nos fará bem de verdade. Pausar e retornar é sempre necessário.

Nesses retornos pude reativar o canal no YouTube e estou muito feliz com isso. Espero conversar mais, compartilhar mais e inspirar vocês de alguma maneira. Dois capítulos, um aqui e outro lá. Isso é bonito demais!







Bom início de semana por aí! Te desejo leveza, paz, sonhos e realizações. 
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dezembro 03, 2017

redecorando: galeria botânica

Apoio muito a ideia de que as coisas mais bonitas devem se encontrar aí, bem do seu lado, e que o cantinho que você se encontra deve se tornar ainda mais especial. Com o seu exagero, com a sua simplicidade, com aquilo que verdadeiramente importa para você. Por aqui não é diferente, afinal, tudo está em constante mudança e dessa vez trouxe vocês para participar desse momento.


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bee happy: novembro




Acredito que a palavra que me move no instante em que escrevo esta publicação é preparação. Novembro foi decisivo, tranquilo e por esses motivos foi muito necessário. O fim do meu estágio está quase acontecendo, por outro lado, o início do meu tcc já aconteceu. Dei início com as pesquisas e estou aprendendo a me adaptar às mudanças que chegaram por aqui. Não estão sendo momentos fáceis. São de medo, mas que me ensinam a ser leve mediante a qualquer mudança. E são nesses momentos de redescobrimento que eu capto todos os mínimos detalhes que me fazem bem. Neste bee happy vocês verão os tantos motivos que me fizeram/fazem sorrir.

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novembro 28, 2017

canção de dentro

Meu pai sempre esteve ao lado das canções. Mesmo que ele não entenda sobre todas elas, mas sempre dá um jeito de compreender o contexto e dizer que todas são bonitas. Aí ele culpa o cenário, inventa os significados dos versos e tenta prosear sobre como as músicas de antigamente sabem ser incríveis sem esforço algum. Meu pai tem mania de ser historiador, de ser a minha metade e me conhecer pelo tom da voz. Sabe quando é dor, desamor ou só tristeza.

Ontem apanhei a câmera e fiz três registros. Todos os três me vieram da forma mais especial pela simplicidade, pela falta de cor e pelo meu enorme carinho com a fotografia. Antes, eu via histórias juntinha com o meu pai, sabe? Hoje vejo bem mais, valorizo mais, admiro mais. O mais bonito é que hoje sou eu quem escreve histórias e as compartilha. Enquanto eu editava as fotos do meu último trabalho fiquei feliz por ver que as histórias possuem um sentido e eu espero poder fazer isso por muito mais tempo.





hasta luego!

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novembro 25, 2017

nostalgia natalina chegou


Por aqui a correria não acabou, mas falta pouco. Espero tanto por essas férias que, acredito eu, nunca ter esperado assim por um descanso. Mas ok, está tudo bem. Para tudo ficar mais leve deixei que a nostalgia natalina já pudesse me tomar, haha. Por aqui procuramos por uma luz amarela. Desde que a luminária chegou aqui em casa todos nós a utilizamos - se soubéssemos antes, teríamos comprado antes também, hihi. Mamãe costura, papai lê suas folhas e eu desenho. Uma única luz nos guia e ela vai bem além do carinho. Trocamos a luz branca pela amarela, a minha favorita. Meu canto ficou tão aconchegante, tão bom, que hoje eu quis trazer vocês para mais um momento legal; esse, quando eu desenhei a palavra celebrar em um gesto singelo para que ela descrevesse o que os próximos dias possam ser. Alívio, gratidão e tudo de mais especial. Feliz fim de novembro, pessoal!



Utilizei um pratinho para fazer o círculo e o resto fiz livre, sem esboço algum. Fiquei feliz demais por isso, sério. Eu ainda não soltava o lápis para prosseguir com a aquarela, mas no desenho de hoje fiz tudo à mão livre. Nada de retoques detalhados na palavra e nem nas folhas. Gostei da primeira tentativa e quero levar a técnica para outros caminhos também. Ilustrar outras coisas, outros caminhos.

Agora estou usando a aquarela Winsor & Newton e uma das coisas que a fez diferente das outras é o seu pigmento. Socorro, ainda não sei falar sobre isso HAHAHA Tipo, achei essa aquarela melhor por ser mais "forte", quero dizer, por possuir cores mais fortes. Você pega um pouquinho de cor na pastilha e ela já serve bastante. O meu kit possui doze cores, ou seja, não possui todas as cores - e isso não é um problema. Nos tons de verde, por exemplo, sempre misturo com outra cor e acabo adorando esse improviso.

Penso que uma boa dica é você alternar os tons das cores que você selecionará para a sua ilustração. Algo óbvio e que faz toda a diferença. Usei dois tons de verde. Um mais claro e outro que imita aquele verde militar, sabe? Depois fui alternando e colocando outras cores. Isso facilita para que a sobreposição de elementos fique "harmônica". 





O paninho lindo e as fitas são da Inventamor, loja que aparecerá sempre por aqui. E como o post de hoje foi bem bonitinho e especial, ele também mereceu um vídeo. Singelo, curto, especial. Que tal apertar o play? É bem rápido. Comenta lá ou aqui o que achou. :D





Até mais, pessoal.



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novembro 17, 2017

sexta com arte: os desafios, os obstáculos, a superação



Quero falar das coisas lindas que chegam, inspiram e resolvem ficar. Foi a minha sonhada aquarela, os pincéis, kits... foi o incentivo. Acredito que a motivação se torna ainda maior quando os outros enxergam um brilho em você e em tudo que você resolve fazer.

Recebi um pacote lindo e ao abri-lo quase não acreditei, era uma aquarela. Sabe aquelas que você quer juntar dinheiro para adquirir? O momento certo de investir em algo chega quando você realmente sente que precisa daquilo. Foram anos com as aquarelas escolares, minhas fiéis companheiras. Agora chegou a hora de estudar com outros materiais também. O incentivo se torna mais especial quando alguém que você ama te presenteia com algo e te motiva a respirar a arte, respirar os ventos sinceros que te movem verdadeiramente.

Já testei, levemente, esse kit da Winsor & Newton e fiquei muito feliz com a qualidade que a marca possui. A pigmentação, o quanto que a tinta "casa" com a folha; tudo. A missão desse fim de semana é gravar um vídeo (sem tripé) para o canal, hahah. Quero muito apresentar a vocês as minhas primeiras impressões, que tal?





Faz um tempo que o blog não recebe publicações como eu queria. Infelizmente os fins de período (e fim do curso!) exigem mais dedicação. Mas estou feliz assim. Não pelas dores e preocupações, mas por ver tanto aprendizado sendo exercitado e compartilhado de alguma forma. Eu fiz tudo, e faço, tudo que eu pude fazer dentro de uma universidade. Enfrentando os dragões dos desmontes públicos. Vi as greves, as lutas de perto, vi amigos partirem, outros chegarem. Nisso tudo demos conta, eu e a turma, que daqui a um ano estaremos terminando esse ciclo. Minha mente trabalha muito pensando no depois, sabe? Mas estou tranquila, pelo menos por enquanto.

Saber dividir todas as horas de um ensino com outra área totalmente diferente foi um desafio durante os últimos anos. Eu respiro arte. Tudo que eu faço envolve os meus sonhos e os dos outros. Tudo. Contar histórias é um negócio bom e o meu coração se alegra de poder fazer isso. Agora imaginem ter que dividir tudo isso com um curso que não tem "nada a ver" com o que você tem adicionado à sua vida? Mas, por incrível que pareça, foi no Serviço Social que eu me redescobri enquanto ser humano. Soube admitir os meus erros, cresci, eu me vi mulher. Lá eu conheci outras culturas, pessoas do mundo. Eu me aproximei pela arte de verdade. Foi lá que eu vi ilustrações e aprendi que a arte é sim para todos. Que tudo pode parecer meio torto, mas com um jeitinho você consegue. Aprendi a ser inteira. Meio pesquisadora, meio graduanda, meio ilustradora, meio fotógrafa. Um misto até eu poder me redescobrir. Agora eu sei quem sou. Sou inteira.

Neste instante aguardo as sonhadas férias. O momento do merecido descanso pelo período corrido. Aguardo a preparação para o ano próximo de muitas despedidas de ciclos. Vida que segue.

Agora quero o que? Ilustrar mais, filmar mais e continuar produzindo sempre. Vocês vão ter que me aguentar por muito tempo falando sobre arte, viu? hahaha.



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novembro 11, 2017

na dúvida, escreva

Sempre gosto de compartilhar sobre os meus primeiros momentos ao lado da escrita. Tudo era meio torto, meio bobo; mas foi, e isso é o que sempre importou nos meus dias. Escrever, me adaptar aos escritos e as maneiras plurais que a arte se manifesta. Talvez por ter ficado ligada aos versinhos desde os meus quatro anos de idade esse carinho não tenha se perdido com o tempo. Por isso sempre fui rodeada de cadernos, a fim de registrar toda e qualquer inspiração que aparecesse. Aconteceu a coisa linda de eu ganhar um diário de uma grande amiga. Um diário onde, na sua capa, está escrito "vista sempre um sorriso". Ela disse que lá eu devo registrar todas as coisas boas que acontecem. Cada sorriso bobo, aquele detalhe que pôde salvar qualquer segundo. Tudo.

Me parece que quanto mais o tempo passa, a palavra escrever ganha mais sentido. Quanto mais eu externalizo em uma folha de papel, mais tudo ganha sentido. E, normalmente, esse sentido se relaciona ao alívio que o desabafo proporciona. Sabe aqueles medos que você sente sobre coisas que ainda nem aconteceram? Escreva-os. Sabe essa semana que passou? O que poderia ter sido feito melhor? Escreva. Sabe aquela dúvida que brota quando estamos prestes a tomar uma decisão? Escreva isso também.  A escrita tem o poder de nos reavivar. Fale sempre (para si) sobre os seus planos, os seus sonhos, os seus medos. Hoje eu quis mostrar, não os meus medos, mas como externalizar sentimentos pode ser mais prazeroso - bem mais do que você imagina.




Separe aquele pequeno livro e converse sobre coisas que você gosta. Sobre como a música conseguiu te acalmar, sobre como cada passo até aqui foi importante para você se reconhecer no caos. Escreva. E depois me diz o que achou dessa experiência.





🌼🍃💛

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