Adeus, 2015





Volto a conversar por aqui como no final de 2014. E não sei, e não entendo o porquê, de finais de ano me fazerem sentir tanto. Penso que estou crescendo de uma vez e não posso mais pedir pra desacelerarem um pouco, afinal, viver é agora. Caramba! Deus ouviu o meu choro mesmo quando eu insisti em não acreditar mais nEle. Dois mil e quinze foi punk e torto. Fico bem feliz quando vejo as pessoas resolvidas e sorridentes com a gratidão do tamanho do universo. Mesmo esses 365 dias sendo  coisados, sou grata por não ter desistido de nada; e melhor, sou grata por ter tentado ser o que eu não era, para que de uma vez, a vida desse uns tapas generosos na minha face.


A única palavra que eu desejo caminhar é a calma por ela ser amiga de tudo. Se tivermos sensibilidade para senti-la as coisas caminham melhor, não importa como você se encontre. E não diferente dos outros anos, eu sempre faço uns pensamentos em uma folha. Porém, a desse ano foi diferente; talvez pelo motivo de que estou vendo mais em menos e anotei coisas do tipo: me aprofundar no minimalismo, ler mais livros e me organizar melhor. 

Pois bem, se não fossem os comentários que recebo aqui, e pessoalmente, dificilmente eu estaria a escrever e a pensar com amor em tudo aqui publicado. Agradeço por não terem desistido da minha pessoa. Enfim. Eu desejo calma no caminhar de vocês e muito amor em tudo que for feito. 

Vos espero aqui em 2016! ♥

O verdadeiro significado de dezembro

O Natal já não possui o mesmo significado de antes, mas ainda continuo a acreditar e sentir que essa seja a melhor época do ano.

Primeiro, eu cresci. O meu pensamento diante de muitas coisas já não é o mesmo. Vejo e sempre verei o mês de dezembro como uma época reflexiva. Tempo onde olho para o que já passou e só sei sentir. Que coisa. Muitas vezes tais sentimentos doem muito e a culpada disso tudo é a saudade. Natal tem cheiro de vó e já não sinto o cheiro da minha há seis anos porque ela resolveu dormir para sempre. Tenho sorte em ter fotografias, objetos e poder senti-la quando eu repouso os meus olhos. Gente, como podemos sentir tanto? Ah.




O registro acima foi no dia 25/12/1998 e só sei do dia exato porque ela escreveu com a letra linda que tinha atrás da fotografia.

~

Segundo, por não ver as coisas como antes, passei a admirar os detalhes que me cercam. E por esse mesmo motivo o Poético Diário surgiu. Viver, pra valer, só é possível se você for sensível e esperto com o universo. É como admirar uma espirradeira sem reclamar só porque as suas flores caem no chão. Vês? O mundo é observável de vários ângulos e tudo caminhará conforme os seus olhos permitirem enxergar. Se você descartar essa visão minuciosa em cada passo que você der, eu acredito, que tudo passará a ficar sem graça.

Por último e quase importante, além de perceber que cresci, eu notei que temos um tempo por aqui. Quando a minha mãe retira a árvore de cima do armário eu sinto que já está na hora de pensar com calma em tudo que eu pude fazer para que o mundo se tornasse melhor e em tudo que poderá acontecer. Parece pouco, mas não é. Durante dois períodos de Serviço Social eu pude crescer muito como pessoa e inclusive já comentei isso por aqui.

Você precisa entender de uma vez por todas que o significado da paz de dezembro vai muito além do que alguns mimos e felicitações. É o tempo pra pensar e se perguntar "Se tudo acabasse hoje, o que vivi até agora, valeu a pena?". E acredite, ao questionar-se, não se coloque em primeiro plano, será que o que você fez foi suficiente? Você fez alguém sorrir? E o que foi o seu choro comparado ao grito do universo? Foram questionamentos assim que passei a fazer. E não, eu não viajei na maionese rs



*
Espero que tenham compreendido como passei a ver dezembro de um tempo pra cá. Desejo muita luz na vida de cada um! Um Natal feliz. :)

Última playlist do ano

O fim do ano está aí. E diante de tantas reflexões que eu pude fazer, muitas delas envolviam playlists maravilhosas que o Youtube me apresentou. Sempre que escrevo no nosso diário gosto de ter a companhia de melodias e para você conhecer algumas delas é só apertar o play! :)

       
                       

Preto no branco

Então, tudo bem? A minha história de hoje estará acompanhada de fotografias em p&b

O motivo para eu gostar tanto da arte é a quantidade de amores e válvulas de escape que ela nos proporciona. Vês? Se não fossem as tantas formas de expressões eu não sei como seria o meu grito.





Elisa



As fotos acima foram inspiradas no amor pelo preto e branco existentes no projeto finalizado em 2014 da Cláudia Regina onde o tema foram mulheres. E, ah, também inspirei-me no projeto Amor Amora quando casais apaixonados passam pelas lentes lindas de um fotógrafo que aprendi a admirar. 

Espero que tenham gostado. Me perdoem, eu sei que as fotos podem ter ficado tortas e as edições estranhas . Aprendi que estas mudam de acordo com motinores e celulares. Prometo estudar ainda mais sobre fotografia para entender e levar essa arte de uma forma mais bonita.

Até logo <3

Livros perdidos para ler em 2016




O ano está quase no fim. Digamos que não li os livros da estante como deveria, mas isso só não me entristeceu porque reconheci que seria melhor dar um tempo legal no meu amor por livros. Ah, que estranho isso! Não sei se você, caro leitor, entende o que escrevo. O bloqueio para a leitura não é uma sensação legal para quem ama escrever. Senti que não adiantava fingir deliciar-se como os versos quando na verdade eu estava sendo "empurrada" por cada página. O bloqueio chega. Em algum momento você pensa a leitura de uma forma estranha. 

Assim, o intuito dessa publicação é fazer uma lista de uns livros que estão na estante e que eu nunca li e que quero, finalmente, ler. Ok, com a correria dos dias tudo complica; mas acredito que uma das maiores honras da vida é poder conhecer a poesia que o próximo se dedicou a inventar, explicar. Publicar e escrever um livro não é algo simples, assim como se entregar em tais páginas não seja algo simples também. Há quem não goste de ler e eu respeito e entendo muuuito, mas aos que gostam, eu dedico essa publicação. Alguns livros abaixo citados são conhecidos (e riquezas da nossa literatura brasileira), já outros, não foram tão comentados, porém, despertaram curiosidade na minha pessoa. 


Inocência - Visconde de Taunay

O jovem farmacêutico Cirino, em viagem de trabalho pelo sertão, hospeda-se na casa de um homem que conhecera no caminho, o Sr. Pereira. Ali, conhece Inocência, filha do dono da casa. Apaixona-se por ela, mas tem que lidar com alguns obstáculos. A moça estava prometida em casamento a Manecão e Pereira se mostra bastante zeloso da palavra empenhada, exercendo forte vigilância sobre o farmacêutico. Para auxiliá-lo nesse trabalho, conta com a ajuda do negro Tico, anão mudo que se torna a sombra de Inocência. 

A viuvinha - José de Alencar

No Rio de Janeiro de 1844, dois jovens se apaixonam, Jorge e Carolina. Jorge era rico, o herdeiro de uma fortuna deixada pelo pai, mas ao tomar posse da riqueza, não sabe administrá-la e perde tudo em jogos e diversões. Quando conhece Carolina de quem fica noivo, já está falido e deve muito dinheiro a várias pessoas, então começa seu drama: se romper o noivado, deixará Carolina em situação ruim e com sua reputação prejudicada. Ele então resolve se casar para logo depois cometer suicídio. Na noite de núpcias, dá a Carolina uma bebida que a faz cair num sono profundo e vai embora de casa, intentando suicidar-se numa praia deserta, nesse momento, a história é interrompida com cenas de cinco anos mais tarde, quando Jorge adota uma identidade falsa para conseguir se recuperar financeiramente e então voltar a ser Jorge.


Confie em mim - Harlan Coben

Preocupados com o comportamento cada vez mais distante de seu filho Adam – principalmente depois do suicídio de seu melhor amigo, Spencer Hill –, o Dr. Mike Baye e sua esposa, Tia, decidem instalar um programa de monitoração no computador do garoto. Os primeiros relatórios não revelam nada de importante. Porém, quando eles já começavam a se sentir mais tranqüilos, uma estranha mensagem muda completamente o rumo dos acontecimentos: "Fica de bico calado que a gente se safa."



A menina que não sabia ler - John Harding

1891. Nova Inglaterra. Em uma distante e escura mansão, onde nada é o que parece, a pequena Florence é negligenciada pelo seu tutor e tio. Guardada como um brinquedo, a menina passa seus dias perambulando pelos corredores e inventando histórias que conta a si mesma, em uma rotina tediosa e desinteressante. Até que um dia Florence encontra a biblioteca proibida da mansão. E passa a devorar os livros em segredo. Mas existem mistérios naquela casa que jamais deveriam ser revelados. Quem eram seus pais? Por que Florence sonha sempre com uma misteriosa mulher ameaçando Giles, seu irmão caçula? O que esconde a Srta. Taylor? E por que o tio a proibiu de ler? Florence precisa reunir todas as pistas possíveis e encontrar respostas que ajudem a defender seu irmão e preservar sua paixão secreta pelos livros - únicos companheiros e confidentes - antes que alguém descubra quem ousou abrir as portas do mundo literário. Ou será que tudo isso não seria somente delírios de uma jovem com muita imaginação?


Armadilhas da mente - Augusto Cury

Profundo e emocionante, Armadilhas da mente é uma aula de filosofia e psicologia, que mostra que os labirintos da psique humana são bem mais complexos do que qualquer um de nós é capaz de imaginar.


O corcunda de Notre-Dame - Victor Hugo


Em Paris, durante a Idade Média, vive Quasímodo, um corcunda que mora enclausurado desde a infância nos porões da catedral de Notre Dame. Um dia Quasímodo decide sair da escuridão em que vive e conhece Esmeralda, uma bela cigana por quem se apaixona. Para conseguir concretizar seu amor ele terá antes que enfrentar o poderoso Claude Frollo e seu fiel ajudante Febo.


~


Não desejo ler nessa ordem aí. Veremos como tudo vai correr e quero comentar tais aqui no nosso diário assim como o projeto já iniciado dos #20FilmesAntesdos20. E, ah, como eu ainda não os li, os breves comentários foram retirados de comentários na internet.

E aí, o que você está lendo? :D

le fabuleux destin d'Amélie Poulain. assistidos 002

Não penso que conversar sobre essa produção de 2001 seja algo clichê e sem graça. Há quem não sentiu nada ao assistir e definiu como vazia toda a trama passada em Paris; no entanto, meu coração acolheu da forma mais sensível e verdadeira possível as duas horas de filme.



Dirigido por Jean-Pierre Jeunet, toda a história é passada em Paris/FR e começa em 3 de setembro de 1973. Aos seis anos, a pequena Amélie, mora com os pais e é proibida de manter contato com outras crianças pois os responsáveis pela menina acreditam que ela possui uma anomalia no coração.  O que eles não sabem é que o coração da Poulain mirim acelera de nervosismo quando ela mantem um contato físico com o pai e só por isso. Assim, o seu distanciamento das outras crianças contribuiu como ela passou a se relacionar com o mundo na sua fase adulta.

Aos dezoito tudo começou a mudar. Amélie mudou-se para Montmartre, um bairro parisiense onde também começou a trabalhar como garçonete em um restaurante



"Certo dia, encontra no banheiro do seu apartamento uma caixinha com brinquedos e figurinhas pertencentes ao antigo morador do apartamento. Decide procurá-lo e entregar o pertence ao seu dono, Dominique, anonimamente. Ao notar que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e remodela a sua visão do mundo. A partir de então, Amélie engaja-se na realização de pequenos gestos a fim de ajudar e tornar mais felizes as pessoas ao seu redor. Ela ganha aí um novo sentido para a sua existência. Numa destas pequenas grandes ações, ela encontra um homem. E então o seu destino muda para sempre."




Se eu pudesse, ficaria boa parte da minha vida em Montmartre, subiria os mais de 270 degraus da escadaria do bairro e observaria Paris em frente a Sacre Coeur.

Depois de assistir incontáveis vezes, pude observar o tamanho do amor que Amélie Poulain carrega dentro de si. E eu me vi nos pequenos gestos, nos choros e até nas tristezas. Até que ponto poderemos aguentar abraçar o universo? A personagem parece dizer que resolver as inquietações do próximo é mais importante do que cuidar de nós. Eu entendo bem. É como uma mistura entre paz e poesia, onde as problemáticas da alma parecem ficar em último plano porque erguer alguém é bem mais importante. Não sei se sentir tanto é bom, mas eu sinto muito. 

Penso que é isso. Para você assistir (e entender) a personagem é necessário que coloque para fora toda a sua sensibilidade. Nada feito por ela é em vão, nada buscado por ela é um simples nada. Buscar vestígios de amor na tapeçaria do universo é, em si, a coisa mais linda que você pode fazer.







<3

As ilustrações de Oana Befort

Fazia um bom tempo que eu não falava de arte por aqui; arte do tipo ilustrar, tintas... Cês me entenderam. Acredito que inspirar o próximo é uma das maravilhas mais lindas que podemos fazer e compartilhar tais descobertas, assim como essa que publico hoje, é um lance bem legal também. 

A incrível artista de hoje se chama Oana Befort (pronuncia-se "Wanna"). Além das suas criações, ela é mãe, designer gráfica e vive em Bucharest, Romania. As características dos desenhos de Befort trazem as flores e a delicadeza da natureza juntamente aos seus personagens. É inspirador! Para acompanhar o trabalho dela mais de perto vos recomendo segui-la no Instagram.

Todas as imagens abaixo são de total autoria da ilustradora e se encontram no blog dela. E, ah, se você quiser adquirir algum produto da mesma; como calendários, cartões, projetos exclusivos e até tatuagens temporárias é só clicar aqui e ir na lojinha.









A regra do milímetro


Se tem uma coisa que eu aprendi em dois períodos de Serviço Social é que você precisa ver o mundo como ele é; e apontar de uma vez por todas a causa de um problema antes mesmo de julgá-lo sem ao menos saber como ele se formou.

Esse ano não foi fácil. Me questionei mais que o normal e chorei por motivos que achei serem os piores do mundo, quando na verdade eram os mais bobos. A vida me deu umas porradas e um "acorda aí, minha querida". E o porquê dessas maluquices perpassarem os meus dias, eu nunca entendi. Vai ver eu tô realmente crescendo e precisava de uns tapas horríveis na cara. Sei lá. 

E depois de estudar um período na faculdade que durou um ano devido à greve justa dos professores, eu concluí uma parada que apenas me dei conta quando a melhor professora que tive na vida me explicou. A mesma disse que somos lapidáveis. A real é que C. foi uma das poucas que se preocupou com cada estudante que estava em sala e eu sou grata por cada puxão de orelha que me fez crescer e reconstruir o meu eu.

Quando estudamos o artigo Glosas Críticas Marginais "O Rei da Prússia e a Reforma Social de um Prussiano" (1844) de Karl Marx, C. falou algo que eu nunca vou esquecer. Ela explicou que fora a uma oficina e contratou o serviço para que arrumassem uma peça do carro dela. Enquanto o senhor x ajustava os detalhes do objeto, ela observava o seu trabalho. E que incrível trabalho! Imaginem que o mesmo teria de observar detalhadamente o que estava fazendo, pois se errasse um milímetro o seu esforço seria inútil e a peça, por sua vez, seria descartada.

Tá, ok, Lary. Isso importa? Importa pra dedéu, caro leitor. Veja, somos errantes e incríveis ao mesmo tempo. Se por um lado tropeçamos, de outro, a vida nos entrega caminhos para seguir. É a regra do milímetro. Somos adaptáveis; melhor, somos lapidáveis. Se eu não pensasse dessa forma, certamente iria engolir tudo que me fosse entregue daqui pra frente. Entende? A vida prega peças como a do mecânico que citei. Você é a ficha da vida. Escreva a sua história da melhor maneira; seja você. Pensar é a chave e eu sei que você pode.




Imagem Via We Heart It

Aconchego (finalmente) escandinavo

É engraçado como as galerias que acompanho no InstagramWe Heart It refletem na minha organização diária, ou melhor, na minha tentativa em ser organizada. Quando comecei a ler determinados blogs, repensei pra caramba muitas das atitudes que eram típicas dos meus dias; como exemplo, a organização de roupas (e a doação de muitas delas) deixando apenas as leves e as que realmente uso. Penso que seja legal o seu eu despertar e dizer "ei, tá na hora de uma organização, cê num acha?". Enfim. O primeiro passo é sempre necessário.

Umas semanas atrás houveram reformas na casa onde moro com os meus pais e depois tal mudança chegou aqui no meu cantinho, o quarto. Mudamos o teto e as paredes. Tudo ficou branco (nesse caso o teto) e as paredes foscas (uma cerâmica de cor quase bege/branca). O resultado muito me agradou porque também "dei fim" em um móvel enorme e substituí o mesmo por duas pranchas brancas e uma mesa pequena escolar para acomodar o computador. 

Abracei a causa do "quanto menos melhor", e cá entre nós, isso faz mais sentido do que imaginei. Vos apresento abaixo a casa do blog e onde costumo produzir e sentir o que estou me tornando hoje.









até a próxima ♥ 

Jardim secreto







Digamos que cinco meses distante da fotografia é um tempo bem enorme para quem realmente gosta de seguir com essa arte. Nesse tempo longe eu chorei, fui para o desenho, fiz lojinha de cartões (sim) e decidi até mudar de curso na faculdade. Mas quase nada mudou, eu juro. Eu me distanciei e só. Não mudei de curso e até achei que era loucura seguir com ilustrações. Ah, vai saber... E o que eu quero? Ninguém sabe. Somos instantes. Eu gosto de fazer o que amo: escrever, registrar, produzir. Aí voltei para o mesmo amor desde que me entendo por gente.

Agendei essa publicação há muito tempo e estava esperando o momento certo para publicá-la. Mesmo cheia de conteúdos e uns trabalhos que encerram o atual período na faculdade, resolvi me doar três dias longe do celular, redes sociais e até daquilo que eu pensava ser. E posso falar? Eu fiz um bem enorme ao meu eu. Fazia tempo que eu não observava tudo com tanto amor e felicidade. Roubei o jardim de uma senhora por instantes e vos mostrei os resultados acima.


Abraços e até logo. 

Blogs que tenho lido ultimamente

imagem via We Heart It - autor original não identificado


*eu iria fazer uma lista eterna de amores - que chamamos de blogs -, só que ficaria gigantesca mesmo nesse post e então preferi fazer mais publicações futuras como esta para tudo ficar ainda mais organizadinho.*



1. Coffee, rock and beer

Conheci o blog da Kah semana passada através do blog da Jess lá no Bloglovin; e casei com as cores, a simplicidade e os quês que o cantinho dela possui. A temática fotografia está sempre presente e tenho aprendido muito, mesmo sendo leitora do blog há pouco. Lá você conhece projetos fotográficos maravilhosos e também o que vem inspirando os dias da Karine. Te convido a sentir esse amor também! <3


2. Amor plural

Morro de amores por esses quatro. Consigo me ver uma mãe bem coruja num futuro, juro! Imagina que massa você registrar os seus dias de uma forma tão serena a fazer os outros sentir esse amor? Eu me sinto verdadeiramente em casa. A Maria é mãe do Joaquim e da Amelie. Tudo é poesia; cada letra é amor.


3. Caos criativo

Gostaria tanto de lembrar o momento exato que conheci esse blog. Ah. A Jess tem um lugar tão incrível! Sempre que posso passo e fico lendo o que ela escreve. Diário, culinária, dicas (...) tudo de uma maneira bem simples e especial a ser passada para nós leitores. Guardo no peito há um tempo e sempre que posso recomendo por aí.


4. VUOU

Me vejo tanto nos versos da Hadassah, que quando encontrei o blog dela sorri demais (tipo, muito mesmo). Lembro bem que a conheci através do blog da Melina Souza e um nome tão pequeno me fez refletir de uma forma bem gigante. Costumo dizer que eu me vi como em um espelho quando a encontrei. Lá você lê e sente como viver de uma forma mais simples e se inspira com canções, receitas, filmes e até indicações de links semanais.



Com amor,
Lary.

bienvenue, courage!

Há dias em que você acorda e sente uns medos estranhos. A única saída parece desistir de tudo e velejar na incerteza de ser ou não ser. E isso é chato. Fico até estranha em ter de falar (mais uma vez) sobre esses bloqueios por aqui; no entanto, eu sei que muitas pessoas passam pelo mesmo.

Tá tudo bem, eu precisei desses meses meio desligadinha. Deu certo? Acho que sim. Me distanciei até da fotografia (pra cês verem que a parada tava séria). Mas, ah, eu descobri o que estava faltando; ou pelo menos acho que descobri. Acreditar em nós mesmos e nos emoldurar. É como se fosse uma regra milimétrica do viver; tu se adapta ao redor e vai redescobrindo a melhor maneira de caminhar. É bem provável chorar algumas vezes, mas não há sono e uma boa trilha sonora de um filme querido - a exemplo de Submarine - que não resolva.

Falei e senti como se fosse bem fácil superar esses meras caixas de aprisionamento d'alma. No fim eu sei que não é; assumo e sumo em mim. Mas tudo fica bem, eu acho.






Aqui, a macro das plantinhas da casa, e de um "negocinn" que caiu de uma árvore, em p&b.

Conheci blogs maneiros demaaais essa semana e digamos que me inspirei um bocado em todos. A listinha das inspirações semanais vem ao ar semana que vem e lhes mostro tudo. :) 

Abraços <3

Primeiro livro + link para download





Follow my blog with Bloglovin (cheguei por lá também <3)


Enfim. Tá tudo bem, eu sei que vocês vão me perdoar por essa foto antiga aí de cima. Eu juro juradinho que estou voltando com a fotografia amadora e vou ter um conteúdo ainda mais maneiro daqui a uns dias.

Durante muito tempo planejei escrever umas coisas pro mundo. Na verdade, eu sabia o que habitava no meu eu, só que eu tinha medo de me expor de alguma forma. Digamos que o termo "liberdade poética" não era tão entendido pela minha pessoa e eu tive que esperar um pouco de coragem surgir e finalmente tentar escrever pra valer.

A minha trajetória com a escrita não é a mais perfeita e eu não sou; ninguém é. Eu sempre me pego errando uns "quês" e "blábláblá". Mas acredito que esses equívocos me fazem crescer de uma forma tão gigante que nem eu mesma acredito. Penso que isso possa ser bom até certo ponto e que se não penetrarmos de vez na poesia as coisas se perderão no ar pra sempre.

*

Dois mil e treze foi um dos anos mais loucos e tristes que eu pude viver; e digamos que dois mil e quinze quase se resumiu a isso. Só que dessa vez eu respirei ainda mais fundo. Coincidentemente dois anos depois estou publicando. Acontece que em 2013 arquivei um cordel-livro também escrito e quase sem perceber, outra obra nasce, com outra base; outro sentir.

No dia 16 de janeiro eu estava numa varanda lendo Neide Archanjo e no instante em que a lia me bateu uma vontade indescritível de vomitar umas palavras na folha de uma agenda. Não sei se isso foi bom; no entanto, cá estou, dez meses depois e seguida de pausas bem necessárias, vos mostrando a minha primeira-quase-obra que espero arrumar num livrinho futuramente.

São cinco capítulos com uns versos divididos em mar, universo, seres e uma crônica. Chorei algumas vezes ao escrevê-lo, assim como também me livrei de pesos leves. Espero que gostem.

Para ler (e vale fazer download se quiser também) é só clicar aqui

p.s.: perdoem os erros e a pessoa que vos escreveu.

Com amor,
Lary.

Indicações da semana, número um


Sobre o que conheci essa semana, amei e te indico! ♥



1- Histórias de Casa, um Instagram e um blog lindo que contam histórias e inspirações de lares;

2- O blog de uma família linda, com um Amor Plural;

3- Um romance do escritor francês Jean-Paul Sartre chamado "A Náusea";

4- Canal no Youtube "Chell and Mar";

5- Espaço onde as palavras da Bárbara moram;

6- Vídeo VAMOS FAZER UM ESCÂNDALO da maravilhosa Jout Jout;

7- Três produtinhos para o rosto (sim, estou começando a cuidar da pele). O primeiro, "3 in 1 Lotions" da linha Avon Care, o segundo "Pepino Mask" também da linha Avon Care; e por fim, "Renew Perfect Cleanser/ Gel de Limpeza", Avon.




Imagem via We Heart It

Até a próxima! <3

submarine. assistidos 001



O filme de hoje foi encontrado por acaso nas minhas visitas ao site da Had. Primeiro conheci a trilha sonora e em seguida decidi assistir o que passava por trás das melodias cantadas por Alex Turner.

Do site Leitores Depressivos:

“Submarine, filme de estréia do inglês Richard Ayoade, é isso: O primeiro amor de um adolescente peculiar, com tendências obsessivas e manipuladoras, para quem tudo é uma questão de vida ou de morte, que passa demasiado tempo refletindo sobre si mesmo, sonhando, por exemplo, com um fantástico funeral em que todos chorariam desconsolados por sua morte. Daí fica pior: Ele deve conviver com seus hormônios, com os conflitos de sua recém iniciada relação com a garota ideal e “salvar” o casamento de seus pais, cuja ruptura parece iminente depois dos encontros da mãe com um estranho vizinho que lhe serve de guru místico espiritual.”

"Submarine" fora lançado no dia 31/10/2011 e é baseado em um romance do escritor Joe Dunthorne

Oliver Tate sente a vida de uma forma tão voraz, que por vezes eu me encontrei nas suas loucuras e medos. Beirar a adolescência e construir algumas barreiras em si é algo quase normal. E nas três partes do filme o protagonista compartilhou situações e anseios que o perseguiam.

Eu lembro quando completei meus 15 anos e o tanto que o meu coração partiu com situações nada agradáveis para uma quase-criança-que-queria-ser-amada. O protagonista, Oliver, compartilha a sua vida não ativa e tudo que deseja arrumar na mesma.

Tate parece começar a entender como os problemas da vida adulta caminham e então percebe que o seu pai é deprimido, que a sua mãe está tendo um caso com um cara do passado e que ele, Oliver, ainda precisa perder a virgindade antes que isso passe a ser ilegal. Ainda dentro dessas descobertas de um "quase-adulto", ele descobre Jordana, uma garota misteriosa da escola a qual ele dedica a promessa de ser o melhor namorado e enfim, os dois acabam se tornando "não-virgens".


"Oliver distorce muito a realidade e acaba inventando tramas que se tornam grandes confusões nas vidas de todos ao seu redor. É aí que todo o filme nos surpreende.
Embora aparenta ser apagado, com um cenário nublado e sem graça, o filme é estrategicamente filmado dessa forma, para ter um ar mais nostálgico, antigo. No próprio filme Oliver usa um filme super 8 para fazer gravações de Jordana e uma Polaroid, além de utilizar máquina de escrever, ouvir fitas, ver fitas k-7, o que reforça esse “ar” vintage no filme, como se a história se passasse nos anos 90, quando na verdade é uma trama tão viva e atemporal, que se repete com a maioria dos adolescentes ainda hoje."



Obrigada por tudo, pessoal.
Me acompanhe também:

Hyago Carlos: o conflito poético de ser em si

"a tormenta de anteontem
fez
a chuva de outrora parecer
uma garoa
(...)"



Entender a poesia, de fato, é algo que nem todos - ou ninguém -, poderá fazer; no entanto, em cada passo que damos, encontramos pessoas que de alguma forma sentem a verdadeira poesia. Assim, eu muito me alegro em publicar a terceira entrevista que realizei especialmente para o blog.


Hyago, 22 anos, graduando em Serviço Social. Pesquisa interceccionalidade, teoria crítica racial, feminismo e cultura; escreve poemas e também cozinha <3

Me sinto extremamente honrada ao escrever esse post. Hyago Carlos é um dos poetas mais incríveis que eu tenho o prazer de ler e conviver. Reservamos um tempo na nossa agenda e sentamo-nos para conversar. A real é que a palavra "entrevista" até chega a assustar; por isso acredito que apenas conversamos, se assim posso dizer, rs.

Antes do convite que fiz ao mesmo, fiquei com receio de que eu não soubesse tocar a entrevista, ou melhor, a conversa. Me enganei. Foi tudo tão lindo que chegamos a nos emocionar.

Pois bem, Hyago conta que escrever é o mesmo que preencher o vazio e as suas inspirações apenas eclodem com o viver - variando inclusive de acordo com o humor. "As melhores poesias surgem com o ódio e até desilusões amorosas", comenta. Além disso, H. tenta passar as suas referências nacionais e internacionais na poesia (e na arte como um todo; espera que daqui a pouco conto) para a sua irmã, Iara, de apenas oito anos.

No Brasil, Adélia Prado é a musa poética dos seus dias. Ele conta da relação que a poeta faz entre a erotismo, casamento, amor; e como tudo o deixa tão apaixonado. Vamos ler a poesia da autora citada, abaixo? Então vamos.


Há mulheres que dizem:
Meu marido, se quiser pescar, pesque,
mas que limpe os peixes.
Eu não. A qualquer hora da noite me levanto,
ajudo a escamar, abrir, retalhar e salgar.
É tão bom, só a gente sozinhos na cozinha,
de vez em quando os cotovelos se esbarram,
ele fala coisas como "este foi difícil"
"prateou no ar dando rabanadas"
e faz o gesto com a mão.
O silêncio de quando nos vimos a primeira vez
atravessa a cozinha como um rio profundo.
Por fim, os peixes na travessa,
vamos dormir.
Coisas prateadas espocam:
somos noivo e noiva. 
Texto extraído do livro "Adélia Prado - Poesia Reunida", Ed. Siciliano - São Paulo, 1991, pág. 252.



E quem disse que música não é poesia? Gal Costa consegue transformá-lo de tal forma que nem ele soube me explicar direito; assim como Elza Soares e a maravilhosa Ana Carolina. E, ah, eu não poderia esquecer das suas influências internacionais. Para Hyago, Audre Lorde possui uma poesia intimista, sabe? Lorde consegue transmitir suas verdadeiras emoções nos versos, consegue ser intensa assim como Alice Walker e a insubstituível Marilyn Monroe

A boba que vos escreve ficou bem feliz em conhecer o trabalho de mulheres que nunca tinha ouvido falar. É uma delícia essa troca. Poesia é vida. Admirar os detalhes do nossos dias e também compartilhar aquilo que nos liberta do interior; um desabafo por amor.

Por último, fiz uma pergunta que me destruiu (pro bem ou mal) por dentro e que, de certa forma, abalou nós dois no meio da conversa. "O que se sente enquanto escreve?". Como poetisa, eu nem sei como consegui abrir a boca para pronunciar. Ou melhor, como me entreguei para tentar também responder. Doeu em mim e nele, mas a resposta saiu:


"Enquanto se escreve [e um silêncio longo se fez na conversa]. Há um estado de graça. É como esquecer do próprio eu e do próximo; é um nirvana poético, uma necessidade de vida."
                                     Hyago Carlos




Meu coração sorri até agora. Espero muito que tenham gostado! 
Quer acompanhá-lo também? 
*A poesia no início da publicação é de autoria do Hyago


Três anos depois

O nosso arquivo de fotografias costuma ser no coração, nas nossas risadas e em tudo que guardamos conosco. Não costumamos expor as nossas vidas nas redes, mas hoje resolvi abrir uma exceção. A real é que não nos amamos menos por esse feito; o que ocorre é que temos um mundo nosso e ele nos cabe de uma forma tão linda que acabamos vivendo e andando do nosso jeito, no nosso tempo; e que, segundo a Nina, é como uma bondade eterna, entende?

Vinte um de outubro de dois mil e doze sempre será um dia lembrado por nós. Não sabemos como será o amanhã, ninguém sabe; por esse motivo plantamos o amar e só.





não teria graça sem os meus lanchinhos favoritos~











"Eu gostaria de lhe agradecer pelas inúmeras vezes que você me enxergou melhor do que eu sou. Pela sua capacidade de me olhar devagar, já que nessa vida muita gente já me olhou depressa demais." Pe. Fábio de Melo

Inspiração nossa de cada dia: Kimberle Crenshaw


Quando eu decidi trazer uma pegada mais pessoal para o blog, imaginei que seria legal compartilhar as minhas últimas leituras e os detalhes que têm inspirado os meus dias.

Essa semana apresentei um seminário na faculdade juntamente com a minha equipe cujo tema selecionado  faz parte de um artigo incrível da pesquisadora e ativista norte-americana Kimberle Crenshaw. Até então eu não conhecia Kimberle e depois que me aproximei desse escrito da mesma, os meus olhos se abriram para muitos problemas que eu não havia estudos tão a fundo.

O trabalho de Crenshaw influenciou fortemente a cláusula de igualdade da Constituição da África do Sul. E, ah, incluve, um dos seus artigos integra o Dossiê da II Conferência Mundial contra o racismo (Durban, 2011), publicado pela Revista Estudos Feministas, n°1, 2002, que fora coordenada por Luiz Barros, da Universidade Católica de Salvador.

A Interseccionalidade na Discriminação de Raça e Gênero, foi um trabalho desenvolvido durante décadas por Kimberle e aborda um tema muito recorrente nos nossos dias: a discriminação sofrida por mulheres, ou melhor dizendo, por mulheres negras. De forma mastigada, a autora explica o porquê de ter iniciado tal artigo e aponta para exemplos vivos dentro da sociedade apostando na política como ponte para o possível anulamento de tais desigualdades no contexto nacional e internacional. Uma das razões pelas quais a interseccionalidade é um desafio é que ela aborda a diferença dentro da diferença. Nesse sentido procura estabelecer uma ponte entre o que é vivenciado na prática e como uma política pública prevê tais problemas.

Para ter acesso ao artigo é só clicar aqui.



Espero que tenham gostado da dica de hoje. Até a próxima <3

Antes do recomeço





I tried to swim to the sideBut my feet got caught in the middleAnd I thought I'd seen the lightBut oh, noI was just stuck on the puzzleStuck on the puzzle 





A semana está sendo a mais corrida e os dias me trazem questionamentos, que olha, eu não sabia que poderiam existir. Isso é bom? Sim. Os instantes me provam que cada tropeço é superado de uma forma única e que as minhas coragens são as maiores que eu talvez pude enxergar. E sempre venho a repetir que isso é o viver. Caso a monotonia venha nos perseguir, tudo perderá a graça. Trouxe-lhes então uma canção. Na verdade eu até compartilhei uma trilha sonora semana passada, masssss essa música em especial me faz sentir coisas tão legais que vale muito cês apertarem o play.

Tenho muita coisa pra escrever por aqui e gosto de assim fazer quando os dias me olham com cautela e dizem "vai, querida, expõe as coisas do seu core; ou boa parte delas, que o seu diário precisa ser publicado", fora isso, eu me guardo e sei o quanto vocês podem me entender e esperar. De coração pra coração é mais bonito.

Deixa eu contar. Estou lendo um artigo massa da Kimberle Crenshaw para um seminário lindo de uma das minhas matérias favoritas da faculdade e logo quero compartilhar aqui. Tem entrevista com um dos meus poetas e amigo favorito e  depoimentos sobre o verbo to be da vida real, sim. os conflitos do ser e estar (não sou legal com trocadilhos). Além do meu livrinho virtual que tá saindo do forno pra vocês lerem. Ufa! E sei que isso é bom. Tem muitas, muitas, muitas outras coisas que voarão por aqui. 

Vos espero com amor.







<3



Canção da calma


Em alguns dias 
o barco se recusa
a seguir viagem
e temos que usar
os remos 
para não nos afogar em
prantos. 


Aperta o play naquela canção, 
chora um pouco 
e respira fundo. 


Agora caminha em paz
porque a vida gira
e a verdadeira paz
está aí dentro
que o céu
traz

Outubro!

Depois de quatro meses bem reflexivos em casa devido à greve da universidade volto aos meus dias um tanto corridos e ainda acrescento um pouco de pimenta naquilo que eu julgava ser "muito" para mim. Outubro me trouxe um olhar massa dos outros meses e eu pude ver o quanto complicamos a nossa vida por tão pouco, né? Serenidade é a palavra. Até que tenho me comportado nas últimas horas e sinceramente, eu amo viver. Espera, deixa eu explicar...

Alguns meses eu escrevia sobre a crise existencial dos dezoito anos, só que aos dezenove, eu ainda consegui senti as pontadas de tal crise. Isso pode? Pode não. E o motivo é simples. Um ser sentimental como eu, tem a mania absurda de se preocupar com coisas absurdas (e pequenas) e a partir disso concluí que viver com o coração é a melhor coisa que se tem. Se eu parar pra chorar todos os tropeços, vou acabar não vivendo a única dádiva que me entregaram. E tais coisas pequenas que eu permito me importar por vezes são pequenas mesmo, do tipo muito. Devo dizer então que tais importâncias agora farão parte do passado.




Um dos detalhes do mês foi um tanto da minha coragem aparecer. Observem as fotos acima! Viram? Cortei o cabelão. Eu li em várias revistas e ouvi boatos que as pessoas que possuíssem rosto redondo, como no meu caso, não poderiam ter cabelo um pouco mais curto. Só que eu já estava há um bom tempo com o mesmo estilo, o cabelo quase na cintura e o medinho de cortar. E quer saber? Eu amei o resultado. Dividi o cabelo e eu mesma cortei. Depois disso afirmei mais ainda que os detalhes que te fazem bem é o que realmente importa. Talvez se eu ficasse aprisionada nas matérias que li nunca iria ver como meu rostinho redondo ficaria tão legal com a cabeleira nos ombros. 

E é isso. Meu mês começou assim e com outros detalhes legais para as minhas próximas horas. Faculdade voltou, e com isso os novos projetos; terminei meu "livro", com a volta das aulas, a conclusão do curso de língua espanhola se aproxima e, ah, começo o meu tão sonhado curso de francês. Ufa! Outubro chegou mesmo. <3

O que tem acontecido no seu início de mês? Vou trazer novidades em breve e  fiz até vídeo novo pra publicar no nosso canal no youtube. Aperte o play. :)






Obrigada por tudo, pessoal.

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