A mão e a luva (Machado de Assis)

Finalmente terminei de ler o primeiro livro do ano. Juro que não gosto de ler nada de qualquer jeito ou ler por ler. Eu não sei se vocês são assim. Estou super animada para começar a conversar com os meus leitores sobre leitura. É tão bom quando conseguimos organizar o nosso tempo e alguma obra se encaixa perfeitamente nessas horas, não é?

Em 2013 comprei seis livrinhos de clássicos literários em uma Bienal Internacional de Livros aqui da cidade; só que deixei o tempo passar e cometi o pecado de me presentear com férias dos meus amados livros. Só agora em 2015 decidi voltar a ler e cês nem imaginam a minha animação.

Então, o primeiro livro a ser comentado aqui no nosso Poético Diário é um clássico que até alguns meses atrás era desconhecido por mim. Depois de ler liras de Álvares de Azevedo e ver/ler fotolivros de autoestima (li o último por acaso quando fui a um supermercado e quando dei conta já o tinha devorado com os olhos e o coração), me dei o presente de ler A mão e a luva; nome novo no meu breve acervo literário.





A versão lida e quase amada pela minha pessoa fora da Editora Ciranda Cultural. São 122 páginas de puro amor, ódio, amor, interesse e novamente amor. Tenho em mente que Machado de Assis gostava do sofrimento amoroso que paira sobre a Terra que vivemos.

Sou amante de leituras e admiradora assídua de páginas. Posso dizer que a simplicidade da edição do livro me encantou demais! E como tenho uma breve coleção da editora, amo colocá-los juntinhos na minha prateleira.











Minha opinião final? Se eu pudesse conversar com Machado diria para o mesmo ter sido  clichê (brincadeirinha). Acontece que o livro te prende e é cercado de mistérios e amores. Quando você se dá por conta está chorando e dizendo para si "Eu não acredito nisso, seu Machado de Assis! Buááá". Mas vale muito à pena. Ele te abre os olhos para que você entenda que nem tudo é realmente como parece ser. Você entende que alguns amores não são amores e Guiomar, "personagem principal", vai te explicar o porquê.




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