abril 13, 2015

Primeiro livro?

Um dia eu ouvi alguém falar que temos que guardar nossos sonhos e desejos dentro de uma caixinha nomeada de "nosso interior". Juro que não entendi e não sabia praticar tal termo durante um bom tempo. Só depois de sentir o verdadeiro sentido dessa frase eu finalmente coloquei em prática todos os designíos que me foram dados.

Pois bem, em 2013 escrevi o meu primeiro "cordel-livro". Era nada mais que algumas folhas de papel A4 com alguns poemas soltos e uns rabiscos singelos. Prestaram atenção que no início deste parágrafo uma das palavras está no passado, não é? Acontece que o meu "cordel-livro" fora arquivado e eu prometi para a minha pessoa que só voltaria a falar de escrever um livro quando estivesse realmente preparada.

Dois mil e quinze. Um ano e meio depois algo estava inquieto cá dentro e eu não sabia do que se tratava. O sol escaldava e eu resolvi repousar em uma mesa de uma biblioteca juntamente com os versos da Neide Archanjo. BOOOOM! - explodiu o meu peito. Era a poesia querendo sair mais uma vez. Mas como saber que eu estava na hora certa se em menos de dois anos algo que também eclodiu - e explodiu -, fora, assim, arquivado?

A resposta me coube e eu compreendi que quando damos um passo de cada vez as coisas começam a fluir. Pode até ser que você tenha que deixar algo ou alguém para trás, só que tudo flui, tenha certeza.

Estou engatinhando nos primeiros capítulos e nem posso falar muito sobre tudo. Eu posso adiantar que estou preparada para retirar os versos do mundo virtual e finalmente tê-los em mãos e que terá o nome do blog (sim <3).

Trazer o universo, as gotas de um mar e transformar – ou pelo menos tentar -, um caos em serenidade, sempre foi um dos maiores desejos.

E, ah, tudo acontece devido a motivação que tenho recebido durante esses onze meses que passaram. São vocês. Muito obrigada!

Com amor,
Lary





 <3

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