Matilda

"Cheiro de infância
com luz serena
de um fim de tarde
sem saber o que é sentir medo
como se a vida fosse
uma flor que não falece
no jardim"


fotografia encontrada no We Heart It



Os versos acima foram escritos no instante em que eu relembrei momentos  bem especiais da minha infância: dias longos, sorrisos, choros e família. Eu sinceramente amo os sentimentos positivos que cercam a construção da infância. E não importa o lugar ou as pessoas que cuidam daquele serzinho infantil, o que realmente importa é o tanto de afeto depositado para que ele ou ela cresça sabendo o que o mundo traz e o que realmente deve ser sentido pelo próximo.

Nessas conversas sobre a infância, me recordo que por volta de 2003, nas minhas férias incríveis na casa de uma tia, eu assisti a um filme chamado Matilda onde a única cena que ficara na minha mente até hoje é a da garotinha Amanda sendo pega pelas tranças e jogada beeem longe pela diretora Trunchbull.

Mais de uma década depois de ter assistido rapidamente ao filme resolvi baixá-lo e extrair a essência que me encantou aos 7 anos mesmo sem eu entender o que tudo ali significou.

O filme fora lançado no ano de 1996 e na verdade é uma adaptação do livro do escritor infanto-juvenil Roald Dahl - que infelizmente ainda não li.


"(...) o filme dirigido e estrelado por Danny DeVito conta a história de uma menina, cuja família de classe média não consegue enxergar seus magníficos dons. Muito inteligente e madura para a sua idade, Matilda aprende a ler muito cedo e a “se virar” na mais tenra idade. A história avança até que, aos seis anos e meio, Matilda vai à escola, conhece a uma professora maravilhosamente doce — a “dona” Jennifer Honey — e a uma diretora que é a personificação do inferno e do despotismo em corpo de ex-atleta olímpica: Agatha Trunchbull." (trecho autoral do site Portal Caneca)



A mensagem que a criança madura, Matilda, quer explicar durante os seus 106 minutos de atuação é: você nunca está sozinho. E tudo que ela fala é verdade. Existem momentos bem bad que nos circundam, e se quisermos que tais coisas ruins fujam para não mais voltar, nós que devemos dar um jeitinho em tudo; e no caso da pequena Matilda isso fora aplicado com o mais absoluto êxito: a imaginação, a persistência e famosa frase "acredite em você mesmo que tudo pode acontecer".

O filme é simples e será uma boa você assisti-lo atentando para detalhes que por vezes passam despercebidos.


Trailer do filme (Inglês, não legendado)




Obrigada por tudo, pessoal.
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