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O filme de hoje foi encontrado por acaso nas minhas visitas ao site da Had. Primeiro conheci a trilha sonora e em seguida decidi assistir o que passava por trás das melodias cantadas por Alex Turner.

Do site Leitores Depressivos:

“Submarine, filme de estréia do inglês Richard Ayoade, é isso: O primeiro amor de um adolescente peculiar, com tendências obsessivas e manipuladoras, para quem tudo é uma questão de vida ou de morte, que passa demasiado tempo refletindo sobre si mesmo, sonhando, por exemplo, com um fantástico funeral em que todos chorariam desconsolados por sua morte. Daí fica pior: Ele deve conviver com seus hormônios, com os conflitos de sua recém iniciada relação com a garota ideal e “salvar” o casamento de seus pais, cuja ruptura parece iminente depois dos encontros da mãe com um estranho vizinho que lhe serve de guru místico espiritual.”

"Submarine" fora lançado no dia 31/10/2011 e é baseado em um romance do escritor Joe Dunthorne

Oliver Tate sente a vida de uma forma tão voraz, que por vezes eu me encontrei nas suas loucuras e medos. Beirar a adolescência e construir algumas barreiras em si é algo quase normal. E nas três partes do filme o protagonista compartilhou situações e anseios que o perseguiam.

Eu lembro quando completei meus 15 anos e o tanto que o meu coração partiu com situações nada agradáveis para uma quase-criança-que-queria-ser-amada. O protagonista, Oliver, compartilha a sua vida não ativa e tudo que deseja arrumar na mesma.

Tate parece começar a entender como os problemas da vida adulta caminham e então percebe que o seu pai é deprimido, que a sua mãe está tendo um caso com um cara do passado e que ele, Oliver, ainda precisa perder a virgindade antes que isso passe a ser ilegal. Ainda dentro dessas descobertas de um "quase-adulto", ele descobre Jordana, uma garota misteriosa da escola a qual ele dedica a promessa de ser o melhor namorado e enfim, os dois acabam se tornando "não-virgens".


"Oliver distorce muito a realidade e acaba inventando tramas que se tornam grandes confusões nas vidas de todos ao seu redor. É aí que todo o filme nos surpreende.
Embora aparenta ser apagado, com um cenário nublado e sem graça, o filme é estrategicamente filmado dessa forma, para ter um ar mais nostálgico, antigo. No próprio filme Oliver usa um filme super 8 para fazer gravações de Jordana e uma Polaroid, além de utilizar máquina de escrever, ouvir fitas, ver fitas k-7, o que reforça esse “ar” vintage no filme, como se a história se passasse nos anos 90, quando na verdade é uma trama tão viva e atemporal, que se repete com a maioria dos adolescentes ainda hoje."



Obrigada por tudo, pessoal.
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