Segundo lar




A correria me faz bem e entendi isso quando me deparei com o tédio. Perdoem a distância. Estudar a sociedade, questionar e ainda procurar um tempinho pra estudar outra língua, ainda sim, me faz um bem enorme e não quero nunca escrever de qualquer maneira por aqui; eu gosto de sentar, planejar e sentir a escrita. Enquanto estudo na faculdade fico planejando e sempre ando com o caderno do poético diário em mãos. Pensando em nós, em vocês e no nosso cantinho, teremos dois posts durante a semana. Ah. 

Nesse sentido, o título da publicação se deve por um motivo especial. Agora tenho um cantinho para colocar os cliques que faço das pessoas e do mundo e isso é mega importante pra mim. O Registros de Laryssa (se liguem na minha criatividade ao escolher o nome) servirá como o álbum fotográfico do meu coração. Lá colocarei retratos, além de muita história. Tá tudo muito simples, juro; mas bem sincero e amoroso. Cês podem clicar na câmera aqui ao lado e assim já podem visitar o cantinho - que também é nosso.

O primeiro post desse segundo lar conta com a presença de uma grande amiga, quase irmã, e que vocês verão com frequência por lá. Depois de muito tempo marcando um encontro, tipo anos, finalmente, mesmo com a chuva, tomamos conta de um dos meus lugares favoritos de Maceió. Muito em breve irei publicando outras fotografias.

Espero vocês lá e cá; aqui e lá. <3



"versos engavetados
com brilho em filme eterno
foto gra    m   ar
mar
e foto
fotografia
é poesia"

/// por mim, para vocês, para a arte



O primeiro passo é se amar, depois...





Eu sempre ouvi as pessoas falarem que se amar é a base de tudo. A partir disso um relacionamento com alguém pode fluir melhor, seus projetos parecem ter um novo rumo e até a vida sorri mesmo sem que vejamos esse sorriso.

Nunca me preocupei com segmentos de estética para ter o "corpo perfeito", nunca mesmo. No entanto, eu sempre me senti um lixo ao observar alguns padrões que infelizmente me faziam pensar coisas horríveis sobre mim. O que eu quero dizer é que mesmo que digam a e b sobre quem você é, mesmo assim, nunca será o suficiente, porque quem caminha contigo é você. Quem se olha no espelho todos os dias é você, quem vai caminhar e tropeçar é você; quem mente são eles, não você. O verdadeiro problema se encontra quando a saúde complica e você não quer enxergar; mas uma bad corpórea na frente do espelho é super normal. O que não vale é se sentir mal e se isso persistir, aí sim, vamos mudar juntos e não porque os outros querem. O conceito do passe a se amar  vale quando tentam te destruir e quase conseguem, amiga (o). Vamos combinar que amor é bom e a melhor pessoa que pode fazer isso por você é você mesma (o).

Esse texto quase não saía, eu juro. Desde o ano que passou eu quero trazer esse assunto pra cá, mas não sabia como porque eu sei que falar sobre autoestima não é simples como as pessoas pensam. Ao bater um papo sobre algo você tem que saber como falar, e mais importante que isso, você tem que vestir-se do que o outro sente para tentar compreendê-lo e acima de tudo: ser humano.

Autoestima não se constrói do dia pra noite. Pedir para que o outro apenas pare de se sentir mal não vai resolver. Tudo isso faz parte de uma construção diária que leva tempo e eu quero que todos nós entendamos isso. 
Talvez a minha demora para escrever sobre tal assunto aqui no nosso diário se deve a dois motivos:


1. Eu sou humana do tipo que sente muito



2. Há exatamente uma semana eu tive uma crise séria de existência, daquelas que você se apoia na parede e conta até dez


Na verdade são três motivos, o terceiro foi o seguinte:

Como eu posso ajudar os outros se em instantes eu caio num poço?

E a resposta pra esse questionamento surgiu quando eu lembrei de uma frase que o Kester de MMFD falou e eu citei lá naquele post sobre a série. Vivemos em um mundo cheio de tropeços e torto, onde você só caminha certo se quiser, pelo motivo de que não é sempre que alguém estenderá a mão pra te ajudar. Quando você percebe que a vida tem um sentido estranho, fazer as coisas do seu jeito, e aprender a caminhar sozinho, é a melhor escolha a se fazer. Quer saber o porquê? Você sempre será a sua melhor companhia.

Au revoir, facebook...


Das inúmeras atitudes que eu precisei tomar para que a minha reorganização ocorresse fora necessário que eu parasse, de uma vez, a abrir o meu facebook e me perdesse durante minutos preciosos que nunca eram utilizados. Hoje é quase uma obrigação você ter que se manter conectado com o mundo e ter que esquecer o toque, as palavras faladas e o verdadeiro sentir. Ok, eu não poderei generalizar nada, até pelo motivo de que; mas eu, precisamente, estava sendo destruída pelo mau uso do facebook. E mais do que uma reeducação, eu precisei de um basta definitivo para focar no que realmente me faz bem.


1. O passo número um (e o que mais deu trabalho), fora, sem dúvidas, deixar de seguir todo mundo. Todos, sem exceções. Meu feed está vazio, sem publicações. O que me ajudou bastante, porque era somente isso que me desviava a atenção. Depois tudo passou a ser mais proveitoso e consegui aproveitar as horas.

2. Todas as vezes que preciso ler algo recorro aos aplicativos, como Bloglovin, ou diretamente no site do assunto desejado. Isso faz com que eu não entre no facebook para ver alguma notificação e me distraia como antes.


E mais uma vez repito que cada caso é um caso. Se você usa com consciência e isso não interfere em nada na sua vida, e mais, você se sente numa boa ao ficar, é óbvio que você não precisará fazer o mesmo que eu. Ainda tenho o messeger porque não são todos os amigos que possuem o tão falado Whatsapp e recebo sim notificações caso me marquem em algo ou você faça aniversário e eu esqueça da data, coisa que vez outra acontece rs; no entanto, só verei isso caso eu entre pelo navegador, uma vez que não utilizo mais o app do facebook. 

Acredito que isso vale para muitas outras coisinhas na nossa vida. Mudar para o que nos faz bem é sempre incrível e depois desse um mês "sem facebook" estou me sentindo muito, mas muito melhor mesmo. Continuo no Instagram, We Heart It e Youtube normalmente; além de administrar a nossa página no Facebook pois sei que muitos leitores queridos estão por lá. <3

Essa publicação é mais um esclarecimento mesmo. Muitas vezes nós precisamos fazer escolhas e essa foi a minha. Se você não tá bonzinho ao utilizar algo ou estar com algo/alguém, é necessário um tantinho de coragem para que tudo se resolva numa boa. Agradeço a compreensão de vocês! ♥

você precisa assistir "My mad fat diary"

Todas as respostas que um dia precisei ouvir foram ditas quando assisti essa série. Sim, My mad fat diary não conta uma simples história adolescente; vai por mim, é muito mais que isso.

Baseada em fatos reais e na história da própria autora, a série é passada em Stamford e conta a história da adolescente Rae Earl e dos versos que a mesma divide com o seu querido diário. Rae tem 16 anos e pesa 105kg; mora com a mãe e o namorado dela - que a mesma arrumou enquanto Rae estava internada em um hospital psiquiátrico.

Os problemas na vida da jovem são múltiplos. Variam desde a não aceitação corporal, o bullying, suicídio, isolamento social, medos (...) tudo que um coração já pensou suportar. E diante das fraquezas e das confusões presentes nos seus dias, a menina redescobre como viver ao encontrar os melhores amigos que alguém poderia possuir.




Não amar-se é destruidor e fazer algum mal contra nós mesmos é o ápice do desespero. Eu sei o que o coração da protagonista aguentou e todas as barras que ela passou até, enfim, entender o verdadeiro sentido pra viver.

Sou amante de muitos seriados, mas esse foi o único que me disse ''Laryssa, escuta aqui, temos uma coisa pra te ensinar''. Dois mil e quinze se despediu e eu estava na segunda temporada, quando cheguei a terceira, aprendi a lição mais incrível que alguém poderia me ensinar: o tentar. E por mais clichê que essa palavra soe aqui no Poético Diário, foi através dela que eu busquei a minha segunda salvação.

Por Deus, por nós, o viver é mais complicado do que imaginamos. Muitas vezes criamos os nossos dragões, os nossos espinhos e o nosso fim sem ele mesmo acontecer. Pelos céus, isso é a coisa mais complicada que podemos fazer contra nós. Quantas vezes você precisou chorar? Certeza que a quantidade não cabe nos dedos da sua mão. Mas é o seguinte, todos nós, até o seu vizinho ou o padre que celebra o culto, todos passamos por questionamentos por mais que esses não se assemelhem. O que você precisa entender primeiramente é que a dor precisa ser vivida para que se aprenda a viver. Irônico, não? Mas o sentido é esse. É como se você caísse no mar e soubesse aproveitar a maré, para enfim, retornar.

Rae Earl disse a seguinte frase:

''Talvez a minha doença não era um problema. Talvez era algo com o qual eu precisava aprender a conviver. (...) Kester diz que tenho obrigação comigo mesma em tentar. Eu preciso aprender como lidar com as coisas... do meu jeito. Vou parar de esperar que alguém venha e me salve.''

Eu não sei se ficou claro o meu amor e gratidão por ter conhecido essa série ou se, de alguma forma, consegui ajudar alguém com versos; mas espero que tenham visto a vida de uma maneira melhor, uma maneira complicada, porém, leve, porque é assim que ela é: uma mistura, um encontro de sensações.


- Temporada 1, legendada, no YouTube.



<3



Imagem  via We♥It

The Walking Dead: the final

eu nas gravações da 6a temporada e não é montagem. bjs.


Estava na sala quando notei que havia esquecido o controle para ligar a TV. Já passava das dez da noite quando me desloquei até a cozinha para pegar um doce e o objeto citado. Ao sentar no sofá e ligar o aparelho selecionei o capítulo cinco da sexta temporada de TWD. Espero que o Glenn volte; a morte não será justa para ele assim como não foi para os outros. Apertei pause para tomar água e quando retornei me dei conta que vinte minutos da série já haviam passado. Que droga. O Glenn ainda não apareceu. Continuei assistindo e percebi que o Rick trocou a camisa amarela banhada de sangue por uma branca que marcava o seu corpo. Mais dez minutos da série passaram e quase nada mudou; no entanto, os meus olhos não desgrudavam da tela. Um mar de walkers se arrastavam pelas rodovias e parte desses se deslocavam para o condomínio dos personagens. Que aflição. Dei a segunda pausa para tomar água outra vez e notei que deixei a luz do quarto acesa. Ao passar pela porta tropecei nos sapatos que a seguravam. Falei uns palavrões e fui até o espelho ajustar o grampo que soltou do cabelo. Fez-se escuridão. A energia do bairro acabou. Que estranho. Apesar disso, o meu reflexo possuía luz. Como isso ocorreu? Em um piscar de olhos eu estava nos EUA aprisionada em uma masmorra a espera de uma, e tão esperada, liberdade. Não acreditei. Rick e os outros apunhalaram um mar daqueles monstros para enfim eu decretar o fim de uma quase-solidão. Como assim? Indaguei. Daryl e Carol ficaram felizes ao me encontrar. Pelo visto sou uma velha companheira nomeada de Anasthasia e vou solucionar o vírus mortal de ser um dos sedentos por carne humana. Michonne me explicou o que houve. Segundo ela, eu havia ficado em Washignton, mas graças aos sinais e pistas que havíamos combinado o nosso encontro tornou-se possível. O olhar de cada residente parecia me devorar com um único objetivo: saber se a cura para a contaminação e o surgimento de novos zumbis fora, finalmente, encontrada. Respondi que precisava tomar um banho escovar os dentes. Depois de muito perambular, eu estava certa de que merecia um minuto de repouso para então falar como todo aquele ataque poderia ser resolvido. Acordei quatro horas depois. O relógio marcava cinco da tarde. Às sete combinamos, de todos, nos reunir. Aproveitei para conhecer a comunidade e como todos estavam se alojando. Deu para ouvir os gurnidos dos zumbis lá fora. Seis e meia; estava quase na hora. Eu não sabia se poderia dar a notícia. Vamos lá. Os passos para então me aproximar do pessoal estava complicado; mas consegui. Após minutos estendidos de conversa, descobri que vários companheiros haviam falecido - mais um motivo para que a cura fosse desvendada. Deus, que difícil, pensei. Comecei explicando que não foi tão simples desvendar; mas algo teria de ser feito. Existia um clã poderosíssimo que comandava cada walker como se estes fossem fantoches. Pude me incorporar na organização e fingir sr um dos tais comandantes. Lembro até dos movimentos que deviam ser evitados. No sentido em que aprendi a comandar forçadamente, vi que para o clã, nem humanos e nem zumbis valiam. Viver importava apenas se trouxesse o lucro necessário; quase um capitalismo walker. E depois de garantir inúmeras medalhas por boa função no tal clã, alcancei o feito de uma medalha de platina, nunca antes alcançada. O banco de dados, assim, ficara sob minha custódia e a partir dali eu poderia tentar descobrir uma possível solução para o vírus mortal. De forma cautelosa, em uma falha no enigma Z, percebi que alguém precisaria ser sacrificado para o então fim do caos formado. Dois requisitos, então, deveriam ser cumpridos. O primeiro é que o sacrifício deveria ocorrer de forma discreta com duas injeções portadas de líquidos que traziam a morte. Por fim, o sacrificado seria o primeiro que ganhasse a medalha de platina no clã. O motivo? Simples. A inteligência do conquistador seria capaz de dissipar qualquer tipo de contaminação no mundo; e isso tudo através das partículas da sua mente. E apesar de confusa, a morte da pessoa traria a solução necessária porque de tão extraordinária, outra como ela não poderia e nem deveria existir. Nesse instante todos do acampamento me olhavam com tristeza ao perceber que a sacrificada seria eu. Eu já sabia. Aquilo precisava ser feito. Rick perguntou se outro alguém poderia me substituir e eu disse que não. Tudo estava pronto. Depois de longas horas tudo voltaria ao normal; menos eu. Despedi-me vagarosamente e quando a agulha se aproximava da minha pele ouvi a voz do meu pai chamando o meu nome. Não acreditei. Já passava das 7h da manhã quando percebi o meu atraso e que a história contada anteriormente, era, na verdade, um sonho.


~

Uma publicação para descontrair um tanto rs. Escrevi essa crônica para uma disciplina de Produção Textual da universidade no ano passado, onde o professor nos ensinou e também procurou despertar a nossa criatividade. Digamos que deu certo e passei com uma nota bem massa! Rimos horrores na sala de aula e resolvi publicar aqui no nosso diário também! Sou fã da série e mal posso esperar para chegar fevereiro. :)

Dois mil e dezesseis sorrisos





Só quando consigo andar por alguns lugares de Alagoas acabo percebendo o motivo desse canto do país ser tão elogiado. Ok, não sou uma aventureira, mas o que pude conhecer até hoje sempre me deixou com ainda mais vontade de explorar os quatro cantos que me cercam.




O engraçado da vida é que todas as vezes que planejamos algo os ventos sopram para que pelo menos um detalhe não saia como o combinado.

2016 chegou e me trouxe umas risadas maneiras nos primeiros dias ano, além de uma alma mais leve comigo e com o mundo. Estávamos eu e a minha família prontos para conhecer um paradise alagoano, quando, do nada, tudo deu errado. Mas quem disse que iríamos voltar pra casa? Eu nunca tinha visitado esse lugar presente nas fotos e até hoje não sei o nome dele, porém, eu amei ter ficado em contato com a natureza mesmo morrendo de calor rs.







No fim você percebe que as coisas mais bonitas da vida se encontram no improviso que você faz pra ser feliz.  Até brinquei com o meu amor de jogar pedras no rio como a Amélie do filme fez - e super recomendo haha. 




em nós 
pousa
amor
amarei
os dias
amarei










Coisas que me fazem feliz (e não são coisas)

a foto tá torta sim senhor ♥


- viajar com amigos
- ler comentários fofos dos leitores
- brigadeiro
- ouvir "ninguém mais" do rosa de saron (é a oração mais linda do mundo)
- andar descalça
- assistir amélie poulain em francês
- ganhar abraços inesperados
- quando o heverton beija meu rosto
- tempo chuvoso
- ouvir as minhas playlists no spotify
- quando encontro alguém que diz ler o blog
- cozinhar
- terminar de ler livros
- hidratar o cabelo
- acordar e lembrar que tenho mais cinco minutinhos
- quintas-feiras
- a biblioteca estadual do centro da cidade
- cantar 
- descobrir músicas novas
- me inspirar no instagram&weheartit
- michael jackson
- sorrir para desconhecidos 
- sensação de dever cumprido
- decoração escandinava
- episódios novos de twd e oitnb
- família reunida conversando e falando umas parada nadavê
- ouvir o carinha dizer "correio!"...
- ... e receber a carta que ele me trouxe
- plantas
- arrumar o quarto
- ver o sol de pôr...
- .. ver o sol nascer
- tortiletes
- manga verde com sal
- observar os detalhes que ninguém mais vê
- fotografias analógicas
- roupas leves
- pensar na vida antes de dormir
- sorrir até a barriga doer
- ouvir yann tiersen repetidas vezes
- .. e ouvir beirut repetidas vezes também
- ter feito mudanças no meu facebook
- jardins 
- aprender coisas novas
- aumentar o volume do som
- assistir "my mad fat diary" várias vezes
- livros poéticos 
- receitas e vlogs da dani e do paulo
- comer a "casquinha" do bolo assim que ele sai do forno
- o meu caderno de sensações
- o cuscuz recheado que mainha faz
- conversar com Deus sem hora marcada
- admirar o céu 





Juro juradinho que essa lista poderia ser maior; no entanto, eu resolvi mostrar apenas esses detalhes. Te convido a contar o que te faz feliz! E, ah, esse post foi inspirado em uma criação da Té nesse post aqui para o ano começar doce por aqui. ♥

Bisous!




Recomeçar é preciso

Um de janeiro. Mais um dia, mais um ano... é tempo de coragem. E em meio aos planos guardados dentro de mim, o amor sorriu e disse viver é mais do que parece ser.

Daqui a uma semana as aulas vão voltar e dessa vez estarei mais perto de me formar. E mesmo com a bagunça que a faculdade vai estar, parece que estarei melhor como no primeiro dia de aula em agosto de 2014. Digamos que esse um mês em casa me fez muito bem. Assisti séries ótimas e filmes não tão bons assim; no entanto, e talvez o melhor de tudo, é que, finalmente, coloquei a minha cabeça onde deveria: dentro de mim. O pior de viver talvez seja se perder, sem dúvidas. E precisamos de uma vez por todas nos desafiar dia pós dia para provar às energias negativas que, de uma vez por todas, somos melhores que a tristeza.

Não sei, caro leitor, como você está nesse instante; mas eu quero que saiba de uma coisa: você não está sozinho. Te entregaram umas folhas maneiras para que você preencha esse ano até onde for possível. Se entristecer é inevitável, mas que a paz sempre esteja com você (e o amor também).

Esse é um post especial, tipo assim, muito mesmo. É o CENTÉSIMO POST DO POÉTICO DIÁRIO. Você tem ideia desse número? São tempos bons. Se eu cheguei até aqui foi porque alguém disse "você não pode desistir" ou até um "você precisa melhorar muito". Eu não imaginava que seguiria tanto com esse projeto e que, de uma vez por todas, ele seria a parte mais sincera de mim. Eu só tenho a agradecer por tudo e por todos. Amo vocês! <3

Olha, as fotos abaixo são as primeiras de 2016. Esse é um dos meus lugares favoritos, o lugar onde dei os meus primeiros passos de vida. É aí onde vejo sempre o sol se pôr e fiz questão de registrá-lo e filmar (em breve mostro vídeo). O Aeroclube de Alagoas me traz lembranças boas. Foi onde morei na infância e onde eu passava boa parte da minha pequenez com primos e primas. Espero que gostem dos registros (bem nostálgicos)! :D

bienvenue, 2016! ♥









Todos dormiram "cedo" e eu quis muito ver o dia raiar (bem de humanas hahaha). Enfim. Espero que vocês captem a mensagem que essas fotografias querem mostrar. A real é que quando você observa o mundo de um ângulo diferente as coisas parecem fluir melhor. Observei os pássaros acordarem, as folhas dançarem no topo da árvore e a primeira manhã do ano dizendo "bonjour, lary". Ah. Eu amo tudo isso. E para que tudo ficasse ainda mais bonito, alcancei a primeira meta: ver o dia nascer. De "quebra" tomei um leve banho com uns pingos que as nuvens mandaram. É, acho que 2016 chegou. Que tudo caminhe para você, para nós. ♥



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