com a melhor banda | pernambuco



Encontrei esses registros do dia 29/08/2014, um dos melhores anos que vivi. Viajei com uns queridos e queridas pra Serra Talhada/Pernambuco durante umas sete horas e ó, espero viver esses momentos outra vez.

Minha história com a banda Rosa de Saron começou cedo - eu deveria ter uns onze anos (2007). E de lá pra cá cresci um tanto, assim como o meu amor pela poesia que todos eles espalham. Nessas fotos cantávamos os singles da turnê CAR (que saudade).

E pra não perder todo esse amor resolvi compartilhar com vocês alguns cliques que encontrei num celular antigo, afinal, relembrar o que nos faz bem é renovador.






Chegamos de tardinha e amei a cidade. Penso que esse amor foi maior porque lembrei do interior de Alagoas, onde parte da minha família reside. A parte legal foi que ainda não haviam terminado de ajustar o som, ou seja, acompanhamos tudo de pertinho! E quanto amor.


fiquei na grade, sim senhor <3



Edu, Gui, Rogério e Grevão são pessoas com um coração gigante e poder agradecê-los com um enorme abraço foi confortante.



Depois de publicar essas fotos percebi o quanto aquele singelo celular foi importante na minha vida - mesmo tendo que aplicar ruído e efeito pra qualidade não ser perdida tanto assim hihihi

E, ó, 'cês podem ouvir e ler coisas sobre banda por aqui: http://www.rosadesaron.com.br/ e em breve vai ter post especial sobre o novo cd Acústico e Ao Vivo 2/3 :D ♥

Que sejamos inteiros




o relógio marca 01:47 da manhã, chove lá fora e em mim...

Tô precisando contar uns fatos reais.
Talvez muitos ainda não saibam, mas eu sou humana. Eu sei que parece bobo falar dessa maneira, mas é a mais pura verdade. Demorei pra entender que muitas vezes a imperfeição é bonita, que uns palavrões a mais não fazem mal e que a coragem precisa ser a minha fiel companheira para que eu possa viver. 

Decidi que  não quero mais ser metade, nem resumo ou somente um trecho. Quero ser inteira, com erros, idas [...] sem volta. Quero ser o meu próprio querer, sem me impor limites, porque quase sempre eu quis me adaptar às coisas que estavam ao redor, só que em nenhuma delas eu me encontrava. Família, escola, situações; em tudo. Me prendi tanto que senti as amarras de um dos piores sofrimentos: o de você ser enjaulado negativamente em si. Aquela coisa de pensar que somente eu estava errada e que, por exemplo, era ridículo eu seguir ou ouvir determinadas canções. Mas não, hoje vejo que eu não estava errada. Que problema há se eu não me encaixar nos padrões? Horrível seria eu ter deixado de lado todos os mínimos detalhes que hoje fazem parte do que sou.

Um exemplo maneiro dessas situações é o fato d'eu ter sido insegura até quase a idade que eu tô. Pensava ser vergonhoso eu me doar por completa ao que eu realmente amava; exemplos mínimos: dormir cedo - enquanto os outros viravam madrugadas compartilhando histórias toscas -, colecionar revistas e cartazes da época, ouvir bandas que não correspondiam aos gostos de algumas pessoas próximas [...] tipo isso, sabe? São pequenas coisas, eu sei, mas quase ninguém me compreendia e isso me machucava muito porque eu não via problema nos meus gostos, afinal, eram - e são - os meus gostos. 

Do nada passam dois, quatro, seis anos e você percebe que... cara, numa boa, você tem os seus sonhos e vontades em mãos. A vida é um instante e você não precisa ter medo de ser quem você é; de ser inteiramente você. Se antes eu tivesse o mesmo pensar que tenho hoje não daria a mínima e muito menos tentava me adaptar aos que riram de mim porque eu amava umas coisas """"não comuns""" (para eles). Por outro lado, eu não removeria esses comentários do meu caminho porque foi através deles que eu pude falar que cansei de ser metade, hoje sou e pra sempre serei inteira.

Desculpem o auê das palavras, eu precisava escrever. 

o relógio marca 02:00 e a chuva cessou lá fora - e talvez em mim...
 

Bee happy: agosto







Agosto, você voou! Eu não imaginei que esse mês fosse passar tão rápido. Sempre me disseram que esse é o mês do desgosto. Apesar das correrias, da rotina [...] foi quase normal que eu chorasse, abraçasse e me despedisse pra sempre de alguém que fez parte da minha vida... os dias somem, todos nós passaremos por isso. E mesmo com a dor eu tive que seguir, tive que aprender a desatar o nós, as dores. Por isso estou mais leve hoje e em paz.

O Bee happy desse mês é especial como todos os outros. Meu pai fez anos, participei do meu primeiro simpósio, gravei vídeos e consegui (eu acho) ser mais organizada, tomei café com o meu avô e terminei leituras que antes desejava. Sobre as fotos eu...


1. Pareço mostrar as plantinhas, mas na verdade só estou mostrando ~indiretamente~ o quanto eu quero outra alça (é assim que chama?) pra minha câmera. A minha fiel companheira fará dois anos ao meu lado no fim do ano e digamos que usei com amor [...] tanto amor que a alça desbotou.

2, 3. A primeira flor brota sempre na esquina de casa. Considero-a uma folha-flor e sempre esqueço o nome dessa frô hahaha Já a segunda, fez parte da decoração da Igreja no dia em que cantei em um domingo de manhã. A capela estava mais bonita que o normal: flores variadas faziam companhia pro símbolo do Deus vivo. Simples, de coração.

4. Amanda, a Mands, veio aqui em casa passar o dia comigo. Só tenho uma coisa a dizer: ♥.

5. Gente, fiz, finalmente, o meu bullet journal. PERA, mas não foi só isso. Eu também fiz o meu primeiro caderno à mão - dá pra acreditar? hahaha É esse da foto e logo vai ter publicação explicando o porquê d'eu ter optado por um bullet journal.

6. Rain em algum mês passado. Essa imagem me faz tão bem que eu precisei colocá-la aqui...



Não esqueçam de visitar (e morar) no diário virtual da Laís - fotógrafa amadora e fundadora desse projeto que é só amor!


Beijos e até mais :) <3

Na cozinha: o melhor (e mais fácil) bolinho de verduras


A receita nasceu antes da final do vôlei começar. Eu e meus pais estávamos almoçando enquanto o tempero se misturava às verduras. Diante disso, da invenção, do gosto especial que essa receita teve, eu resolvi trazê-la pra cá. Sabe o que vocês vão precisar? Verduras variadas ou o que fizer parte do seu gosto preferido. 'Cê pode utilizar o que indiquei abaixo, acrescentar, retirar [...] tu escolhe.



- um pedacinho pequeno (tipo o tamanho de um dedo) de pimentão da sua preferência
- um tomate vermelho médio 
- 1/2 cebola
- 1/2 cenoura ralada
- um punhado de coentro
- 1 ovo  


O primeiro passo é cortar em pedaços minúsculos as coisinhas acima. Não se preocupe em deixar nada separado porque o segundo passo vai ser juntar tudo em algum potinho/recipiente que 'cê ache melhor. O terceiro passo é bem simples também, você mistura tudo e tempera como preferir - pode ser só com o sal. Eu usei:


- um punhado de sal
- 2 colheres de chá de molho de alho
- uma colher de chá de molho inglês 


IMPORTANTE 'cê deixar descansando por uns minutos (as verduras + o tempero). Sei lá, dizem que o sabor da verdura com o tempero misturam melhor.

depois que os minutos passarem...

Acrescente farinha de trigo (utilizei aquela que já vem com fermento) aos poucos. Eu sinceramente não sei te dizer a medida certa. Outro detalhe importante vai ser a textura dessa mistura. A mistura das verduras+temperos+ovo+farinha não vão ficar como a de uma pizza ou pão, uma vez que como estamos utilizando as verduras "diretamente", muito líquido sairá a todo instante (seja dos tomates, da cenoura, etc).

E como eu vou saber o ponto certo da minha "massa"?

Depois de muito mexer com o auxílio de uma colher (ou as suas lindas mãozinhas), 'cê vai perceber que a massa tá um pouco pesada. Então é hora de fazer as bolinhas, que, na verdade, vão parecer umas melecas. O processo vai girar em torno de: "bolinhas" > mela no ovo batido > mela na farinha de rosca. O processo é quase o mesmo de como se fazer coxinhas hahaha Vou confessar que por vezes fiquei com preguiça de melar no ovo e segui fazendo apenas "bolinhas" > mela na farinha de rosca e só (então, né).

Deixa o óleo esquentar legal e manda ver pra fritar (usa gordura vegetal, meu pai diz que é melhor, mas como tinha acabado foi no óleo mesmo). E, ah, pelo amor do amor, toma cuidado na hora de fritar - usar escudos é uma boa. BRINCADEIRA GENTE É SUPER TRANQUILO, só tenham cuidado pra não adquirir queimaduras.

Ó o resultado pra vocês...



Foram mais ou menos de 16 a 20 bolinhos (bem) generosos. Não duraram trinta minutos e todos ficaram felizinhos com o resultado. E repito: seja criativo. Receitas estão aí para serem sentidas, adaptadas e amadas.


Espero que tenham gostado também! Quando fizer me marca na foto ou me manda (a foto e o bolinho hehe). Beijos e até logo.




desejei através do we heart it ♥



Sempre estou a dar os meus hearts nesse aplicativo e ultimamente venho me inspirado tanto que resolvi migrar os desejos do meu coração pra cá também. A única desvantagem do We Heart It é que, infelizmente, a maioria das imagens não são creditadas.  Queria muito conhecer os criadores das muitas composições ou registros das viagens bonitas que vejo. E por essa inspiração ser (tão) constante, observei que eu estava desejando muito algumas coisas que vi por lá. Então...

uma playlist



 cinder and smoke | Iron & Wine


 kiss it better | Rihanna (explicit video, porque amar é bonito)

~ e essa play do Marcus no spotify com músicas lindas do Sleeping At Last ~



Ganhei "uma semana" em casa e entre os estudos daquilo que realmente gosto de fazer descubro uma ou outra canção ao editar, ler, escrever... por aí vai. Nesses instantes de inspiração ouvi Iron & Wine. Quando sei que uma canção veio pra ficar um pouco mais na minha vida, percebo que, ao ouvi-la, tudo ao meu redor para por uns instantes; pois bem, ao ouvir Cinder and smoke isso aconteceu. Dei um Google e descobri que Iron and Wine é o nome artístico do Sam Beam de 42 anos. Ele é dos EUA, mas precisamente Carolina do Sul e lançou o seu primeiro trabalho em 2003. A pegada das canções do Sam se baseiam no folk e indie folk (já ganhou meu coração). Ó, ele tem o site, canal no YouTube e tudo mais.

Pulando pras últimas escolhas, mas já começando por uma das rainhas dos planetas, dona Riri é dona da ousadia de tudo e esse clipe me rendeu bons sentimentos. Narra, nada mais, do que um amorzinho selvagem entre ela e o boy. A pegada da canção é... é... hum... digamos que senti o amor daqui, rs. Em suma, uma play criada pelo Marcus lá no spotify cujas canções que citei uma vez por aqui. Sleeping At Last me doam inspirações tanto quanto o céu que eles se inspiram. <333



até mais! 
vamos nos encontrar no Insta? estou lá como @oilary.




O combinado foi: vamos nos reunir e gravar no mínimo dois vídeos sobre algo que gostamos. Cumprimos isso? Não! A vida reserva dessas surpresas. Amanda e eu temos uma conexão incomum pra uma amizade que ainda não completou dois anos direito. Passamos o dia colocando o nosso sonho em prática: filmagens, fotografia e aprendizados importantíssimos. Assim que paramos pra analisar o resultado ficamos tão felizes [...] em breve uns videozinhos aparecerão por aqui, enquanto isso, vamos ficar com umas fotos que fiz da Mands entre um papo e outro - já que a Lary aqui prefere ficar por trás das câmeras. <3
















Espero que tenham gostado do post especial de hoje! :) ♥

Como diria Jout Jout... "vamos nos amar virtualmente": @ajullie_ e @oilary

coisas que aconteceram

trechos da revista que falei no item 1. ♥


O vídeo da Dani e do Cuenca. Que eu sou uma grande admiradora do conjunto "filmagem-composição-trilha sonora" dos vídeos desse casal, não é nenhuma novidade. E enquanto eu alimentava esse amor ainda mais, Danielle e Paulo inventam de colocar Yann Tiersen como trilha sonora de uma série onde ambos viajam por Provence - sim, a cidade já mencionada aqui. Aos quase trinta segundos de vídeo, A Quai começou a tocar. Confesso não ter me segurado e chorei muito (mesmo). Não sei dizer, nem explicar como eu realmente queria explicar; mas sempre que falo desses locais (Côte D'azur, Montmarte e tudo mais) sinto uma coisa muito boa dentro de mim - e isso não é de hoje.

Passei a ouvir Tiago Iorc. Há muitos anos ouvi a música My Girl na voz de um moço; foi uma delicinha (alá significado de delicinha: satisfação enorme em poder fazer algo), só que eu não procurei mais nada sobre tal. Eis que aos vinte anos um amigo compartilha Cataflor comigo, enquanto, no mesmo instante, cantarola "o coração dispara; tropeça, quase para"; conheci também Amei te ver percebendo, por fim, que Tiago tem um poço de poemas em si. E que, com certeza, será uma fonte linda de inspiração não só para mim, mas para muitos.

Me encontrei. Existe um momento da vida que fica mais fácil (ou parece ser mais simples) você saber quais atitudes ou caminhos te fazem bem; e eu sempre tive dificuldade pra afirmar com todas as letras o que realmente me fazia bem, pelo simples fato de ter medo de errar nas minhas escolhas. Hoje eu digo que se após anos continuo fazendo o que me faz bem indiretamente, eu posso e devo insistir nesse meu amor: a arte. Isso inclui o prazer que eu venho sentindo ao produzir vídeos, o prazer que eu sinto em transmitir isso através das lentes e do coração. Meu desejo nesse instante seria sair e estudar um pouco mais sobre; não aqui onde moro, em outro "ar" - se assim posso dizer.
 
A poesia chilena de Isabel Allende. Tô esperando um momento incrível, provavelmente na outra semana que vai nascer, para me dedicar fielmente a escrita dessa publicação. Terminei de ler "Paula", romance incrível da escritora chilena Isabel Allende. E como carinho e gratidão aos dias reflexivos que Isabel me trouxe quero também presentear vocês com um post especial, para que 'cês entendam o porquê d'eu tanto ter amado essas mulheres (Isabel e Paula).

Voei pra perto das estrelas. Com qual idade crescemos realmente? Sempre estaremos a nos entregar para os sentimentos sinceros e serenos da nossa possível infância. Alguns dias inventamos o nosso próprio céu, as nossas nuvens firmes e um lugar eterno de paz para estarmos em algum momento especial. Me entreguei ao voo de uma cama elástica e depois de cansar deitei pra ver as estrelas. Entendi, por fim, o porquê das pessoas amarem tanto as estrelas e os seus possíveis versos. Elas dançam, choram, sorriem e nos ensinam que diante de tudo, de todos os momentos, devemos continuar brilhando. Celebre.


Sempre temos algo pra contar. Nossos dias reservam detalhes (tão) especiais. Aconteceu alguma coisa por aí? Vamos conversar! :)

precisamos falar sobre transições - capilares ou não


Eu não sei de onde veio a coragem repentina de eliminar meio metro de cabelo de uma vez; e depois aos poucos, aos poucos [...] ver um pouco de mim indo pra lá sei onde. Por isso começo dizendo algo que todos/as que passam por esse processo dizem: não foi fácil. Muita gente não sabe, mas a transição capilar é um teste intenso e constante nas nossas vidas; pude sentir isso a cada dia, não só pelo fato da coragem que abracei, mas por todas as outras coisas que surgem após essa decisão e é sobre isso que eu quero conversar.

Vivemos em uma sociedade que pensa, em sua maioria, em uma mesma direção. Essa direção pode ser positiva, porém, em muitos casos não são. Tô me referindo as aparências. Somos acostumados a pensar que o cabelo liso arrumado é mais apresentável, que uns quilos a mais não poderão fazer parte de lugares comuns e que em hipótese alguma você poderá ser quem quiser ser - ao menos que favoreça aos que abraçam esse padrãozinho. Estranho, não? Tem muita coisa erradinha por aqui [...] se todos nós fôssemos iguais eu arrumaria um jeitinho de ser diferente.





***

Assim que dei o meu sexto e último corte capilar (sim, sexto) me assustei nos primeiros cinco segundos. E a única coisa que passava na minha cabeça era o quanto negativo aquele corte iria ser (para os outros) pelo fato d'eu estar na casa dos 70kg e meu rosto ser, hum.. digamos, parecido com um biscoito. Só que eu vi o quanto nos prendemos por nada. De verdade, juradinho, eu estava mais preocupada com o que iam pensar; e isso estava ultrapassando o que mais importava: eu conseguir me amar primeiramente. E por mais que duas ou três pessoas venham até mim dizerem como o meu cabelo liso & na cintura era mais bonito, automaticamente reafirmo que o fato d'eu estar feliz comigo constantemente é o que importa.

 Quando eu vi os fios caírem enquanto minha prima cortava vi muito de mim cair, ao varrê-los, foi como se eu deixasse um peso que me proibiu flutuar por todos esses anos. E eu sei que esse sentimento varia de pessoa para pessoa; em mim foi forte, e entendi o porquê de verdadeiros movimentos femininos insistirem tanto em viabilizar o nosso olhar positivo para nós mesmas. E repito: isso varia de pessoa pra pessoa. Você pode muito bem se sentir maravilhosa (e eu sei que tu é) com seus fios alisados. O que eu transmitir é sobre pararmos de nos aprisionar tanto pelos outros. Se for para você ser essencialmente você, seja como quiser e puder.

Um simples corte não é um "simples corte" se muita coisa sobre você estiver em jogo. Vai por mim, apenas seja você - sem medo. 


Já me segue no Instagram? É só procurar por @oilary <3

Corações que batem fora do peito



Esses dias enquanto eu gravava uns vídeos, observei que a correria me fez pegar cada vez menos nos livros que a minha prateleira abraça. Depois que consegui reorganizá-la percebi também a quantidade de presentes que ganhei, pois, a maioria dos livros ali contidos, me foram dados por pessoas, como forma de carinho, em várias datas/momentos especiais.

São coleções de novelas, contos, poesias, além de cd's e dvd's. Agora pensem junto comigo. Quando você presenteia alguém com alguma expressão de arte, você está dando a ela o coração de outra pessoa. Isso é magicamente fascinante. Um poeta certamente ficou horas a chorar, sorrir, se inspirar quase e desistir de algumas páginas... mas persistiu e o livro dele está com você. A mesma coisa ocorre com cd's. O processo criativo de canções, arranjos, etc. envolve todo um conjunto de amores sinceros por quem ousou produzir. Nesse instante você se dá conta que não tem um ou dois corações... você tem vários brotando por entre páginas e faixas. Pura vida.

De tudo isso que escrevi fica meio "óbvio" o que vou dizer, mas a pura verdade é que você tem que olhar para as coisas que estão perto de você. Sejam os livros que você nunca abriu - mas que estão ao seu lado -, sejam as pessoas próximas ou canções que você prometeu ouvir, mas sempre esquece.

Celebre.

Bee happy: julho

Domingo que passou foi um dos melhores do ano até aqui. Cheguei a essa conclusão por todo o momento que consegui aproveitar; e isso inclui prosa, vinho, fotografia e pulos. É como em uma canção que ouvi na última aula de espanhol: "si hay vida, hay que vivirla hoy; hay vida es una bendición". Saber aproveitar inclui muito mais do que você estar ali presente. Saber aproveitar é você sentir todas as coisas boas do momento que 'cê vive, sabe? Son los abrazos e os registros que o coração faz.

Julho me trouxe alternativas, decisões ofertadas pelo peito e a certeza de estar no meu caminho; a certeza de ampliar o meu amor por tudo isso: as letras e expressões de arte.

Tenho planos quase realizados, como escrever na nossa categoria textos com mais frequência sobre coisas que eu goste de falar [...] além de reativar as entrevistas e gravar vídeos numa frequência legal. Julho foi uma barra que, como todas as "dificuldades", aprendi a observar os detalhes positivos dentro do furacão.

E, ah, quando comentei no início do post sobre domingo, falei com sinceridade das doçuras que me cercaram, por isso pensei ser super merecido compartilhar no Bee happy. Vos deixo com os registros, tá? ( é só clicar no título da postagem ) ♥


La vie

De dois anos pra cá eu aprendi muito a abraçar certos instantes simples/comuns da minha vida. Dentro desses instantes está inclusa a forma mais leve de viver; tipo aprender a não me importar com coisas negativas ou momentos não tão legais assim. Contar até cinco, ouvir canções e fazer mais alguma coisa pra distrair em vez de enlouquecer, talvez não seja o suficiente [...] então, acabei que voltei a gravar diários, além de escrever. O nosso canal do YouTube é uma página a mais desse blog. O intuito de tudo sempre foi contar histórias, só que eu aprendi muito mais que apenas contar histórias em dois anos de blog.

Se você põe pra frente algum projeto seu que antes não tinha coragem ou por outro motivo; e mais, se você sente a necessidade de simplesmente ter a arte como refúgio, é só começar. A vida tem sede de complementos constantes e a arte é vasta, tá aí pra ser vista/sentida/compartilhada.

Dentro disso tudo, dois vídeos nasceram. Mas eu gostaria de espaço; correr pelos bairros e outras cidades, mas ainda não dá. Segundo, eu quero outro editor de videozinhos, Movie Maker necessita de algumas atualizações, risos. Penso que deu pra amadurecer, nesse sentido; porque já são dois anos aqui nesse diário e se a ideia de permanecer aqui continua e o prazer aumenta (muito), de alguma maneira, eu estou seguindo o caminho certo - não na sala de aula que vou todos os dias -, mas aqui, entre eu, vocês e o universo de palavras.





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