coisas que aconteceram

trechos da revista que falei no item 1. ♥


O vídeo da Dani e do Cuenca. Que eu sou uma grande admiradora do conjunto "filmagem-composição-trilha sonora" dos vídeos desse casal, não é nenhuma novidade. E enquanto eu alimentava esse amor ainda mais, Danielle e Paulo inventam de colocar Yann Tiersen como trilha sonora de uma série onde ambos viajam por Provence - sim, a cidade já mencionada aqui. Aos quase trinta segundos de vídeo, A Quai começou a tocar. Confesso não ter me segurado e chorei muito (mesmo). Não sei dizer, nem explicar como eu realmente queria explicar; mas sempre que falo desses locais (Côte D'azur, Montmarte e tudo mais) sinto uma coisa muito boa dentro de mim - e isso não é de hoje.

Passei a ouvir Tiago Iorc. Há muitos anos ouvi a música My Girl na voz de um moço; foi uma delicinha (alá significado de delicinha: satisfação enorme em poder fazer algo), só que eu não procurei mais nada sobre tal. Eis que aos vinte anos um amigo compartilha Cataflor comigo, enquanto, no mesmo instante, cantarola "o coração dispara; tropeça, quase para"; conheci também Amei te ver percebendo, por fim, que Tiago tem um poço de poemas em si. E que, com certeza, será uma fonte linda de inspiração não só para mim, mas para muitos.

Me encontrei. Existe um momento da vida que fica mais fácil (ou parece ser mais simples) você saber quais atitudes ou caminhos te fazem bem; e eu sempre tive dificuldade pra afirmar com todas as letras o que realmente me fazia bem, pelo simples fato de ter medo de errar nas minhas escolhas. Hoje eu digo que se após anos continuo fazendo o que me faz bem indiretamente, eu posso e devo insistir nesse meu amor: a arte. Isso inclui o prazer que eu venho sentindo ao produzir vídeos, o prazer que eu sinto em transmitir isso através das lentes e do coração. Meu desejo nesse instante seria sair e estudar um pouco mais sobre; não aqui onde moro, em outro "ar" - se assim posso dizer.
 
A poesia chilena de Isabel Allende. Tô esperando um momento incrível, provavelmente na outra semana que vai nascer, para me dedicar fielmente a escrita dessa publicação. Terminei de ler "Paula", romance incrível da escritora chilena Isabel Allende. E como carinho e gratidão aos dias reflexivos que Isabel me trouxe quero também presentear vocês com um post especial, para que 'cês entendam o porquê d'eu tanto ter amado essas mulheres (Isabel e Paula).

Voei pra perto das estrelas. Com qual idade crescemos realmente? Sempre estaremos a nos entregar para os sentimentos sinceros e serenos da nossa possível infância. Alguns dias inventamos o nosso próprio céu, as nossas nuvens firmes e um lugar eterno de paz para estarmos em algum momento especial. Me entreguei ao voo de uma cama elástica e depois de cansar deitei pra ver as estrelas. Entendi, por fim, o porquê das pessoas amarem tanto as estrelas e os seus possíveis versos. Elas dançam, choram, sorriem e nos ensinam que diante de tudo, de todos os momentos, devemos continuar brilhando. Celebre.


Sempre temos algo pra contar. Nossos dias reservam detalhes (tão) especiais. Aconteceu alguma coisa por aí? Vamos conversar! :)

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