cartas na era digital



No tempo da escola, lembro bem, de como as professoras nos incentivavam a escrever as nossas próprias histórias, os nossos contos infantis. E lembro bem também de como isso funcionava. A educadora nos colocava em forma de círculo, nos dava um tempo pra pensar e em minutos você compartilharia o que havia pensado. Em um desses dias eu acabei escrevendo sobre uma borboleta azul que era solitária. Após esse dia eu havia confirmado ainda mais - aos nove anos -, que os versos poderiam sempre fazer parte da minha vida.

Pois bem, quase nada mudou com relação aos anos posteriores porque eu dava um jeito para que sempre a escrita permanecesse ao meu lado - e até os dias de hoje isso funciona. 

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Por esse motivo eu quis compartilhar três registros de momentos que me deixam feliz: quando a caixa de cartas daqui de casa me reserva uma surpresa. A do final de 2016 me trouxe os mimos da Lu (trocamos cartas há três anos!), lá de Curitiba. O contato direto com a poesia é algo tão especial - super recomendo vocês fazerem o mesmo por aí, rs (:






Por último, uma melodia que faz parte do filme Intocáveis, indicado pela Lu dentro da carta que recebi. Aperta o play vai <3




até logo, pessoal :D

4 comentários:

  1. Uma das coisas que eu mais gostava na época da escola era de escrever redações! Tenho algumas guardadas até hoje.

    Adorei a delicadeza do teu blog e da tua escrita. ♥︎

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    1. são momentos tão especiais né, Luiza? guardo detalhes até hoje também. ♥

      muito obrigada pelo seu carinho! admiro muito o seu lar virtual e como tu registra os dias. abraços. (:

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  2. Ô meu bem, dá vontade de tomar teu blog nos braços e espremer contra o peito! Amei a lembrança <3 Que nossas cartas continuem voando na mão da outra por muitos anos.

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  3. Amém, Lu! Amo quando nossos versos se encontram. Obrigada por cada palavra & carinho de sempre, dear <3

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