dear diary #5 | gracias, Kahlo!




Frida sofreu um acidente gravíssimo aos 18 e através das dores e da lenta recuperação observava a vida. Entendeu e abraçou a arte no instante em que os seus dias mudariam para sempre. Talvez esse seja o motivo principal pelo qual a história de Kahlo me inspirou de uma maneira especial. Dor e arte, arte e ansiedade. A arte.

E bem, semanas atrás, lemos um livro na faculdade chamado Un taxi hacia Coyoacán. De forma comum a obra sorriu no coração de cada pessoa da turma. São poucas páginas e dentro delas você faz uma viagem até Coyoacán, conhece Frida, além de outras curiosidades mexicanas.

Após ler o livro e apresentar um breve seminário sobre a artista anteriormente citada, tive a sensação de que, mais do que nunca, somos leves e instantes demais (de novo). Em algum momento as coisas ficam tortas, você até desacredita; chora, questiona [...] depois você fica ok e vive tudo novamente. O ciclo é esse. Demoramos pra entender. Eu tive a crise dos dezoito, cheguei aos vinte e parece que as coisas apertaram mais. O que eu faço então?, pergunto sempre. Viva la vida, Frida Kahlo me disse.










Encerramos a primeira parte do nível Inter1 do espanhol trazendo o México pra bem pertinho. Anotei Coyoacán na lista de destinos para visitar ~ por 1001 motivos (:




E você, qual lugar deseja muito conhecer?




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