oito anos sem ela





É estranho quando temos que nos despedir de alguém. Acontece, vai acontecer. Por aqui aconteceu em dois mil e nove e sentimos como se fosse hoje. Dessa vez a nossa poeta vem vestida com saudade e nos traz risadas quando retornamos às memorias. 

No meu chá [foto acima] veio refletido o céu.

Na foto da foto [abaixo] eu vestida com o agasalho dela.






restam memórias,
histórias 
e o mesmo café;
resta seu leito,
imagens
e a fé.


2 comentários:

  1. Esses posts e essas nostalgias... São tocantes, e ambos lindos. Um abraço, poesia. <3

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    1. obrigada, Laís! gosto muito de escrever sobre coisas que me marcam. outro abraço em tu ♥

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