revelar memórias

Admiro muito mainha ter organizado todo o meu crescimento através das imagens. Em 1996 ela começou a fazer o meu acompanhamento (hoje mêsversário, eu acho) e isso me rende até hoje muitas fotografias da infância. Como ela também trabalhava naquela década acabava deixando a câmera analógica ajustada com familiares e em seguida apenas revelava. Ah. Eu amo saber desse cuidado que ela teve e por isso desconfio de onde veio minha vontade de sair registrando tudo.

Mas ok, mesmo não possuindo -ainda- uma experiência com câmeras analógicas gosto muito de revelar registros que me marcaram de algum modo. Para esse post em especial resolvi mostrar os impressos do show que fotografei ano passado em Natal, Rio Grande do Norte. Ainda quero ter em mãos mais memórias daquela cidade e mal posso esperar para isso acontecer.









Então eis a Kodak 275 que ocupa a minha estante. Desconfio que ela funcione bem, mas ainda não testei - inclusive faz um tempão que prometo fazer isso, né?. Enquanto o teste não ocorre eu aproveito para registrar ela um pouquinho e também colher alguns pontos importantes da sua história. Vi que o seu filme é de 35mm, que ela deixou de ser fabricada em 1995 e que o seu custo é de US$ 41,95 [fonte das infos aqui]. 

Vou buscar sobre como usá-la e também como funciona cada tipo de filme porque ainda me perco muito nesse assunto, hihi. 






Vocês também gostam de imprimir fotografias?


2 comentários:

  1. Ah, que lindezas!
    Também amo revelar fotografias, e também tenho algumas analógicas aqui que sempre prometo tentar usar mas nunca o faço...
    Beijos!
    A Menina da Janela

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    1. vamos riscar esse objetivo da listinha algum dia então <3

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