o bairro de Jaraguá em mais uma Bienal do Livro de Alagoas

Quando participei, em 2013, da minha primeira Bienal do Livro fiquei feliz com a quantidade de coisas bonitas que vi pulsando por lá. Foi arte, gente, cidade. Eu só não imaginei que anos depois seria ainda mais legal ver uma Bienal do Livro, mas dessa vez pelas ruas da cidade como aconteceu durante os dez primeiros dias de novembro de 2019.

Para quem não reside em Maceió ou até mora, mas não pôde dessa vez participar, o evento literário esteve presente nas ruas do histórico bairro Jaraguá. Na história, ele foi o primeiro bairro a surgir na capital alagoana por estar próximo "ao Porto de Jaraguá, que possuía uma localização privilegiada na primeiramente capitania, logo após, província de Alagoas. Graças ao porto, a cidade alcançou um crescimento tal que motivou a mudança da capital da província para Maceió. O local passou a ter grande fluxo de comércio, contando com muitas lojas e armazéns".*

Inclusive, foi em um armazém que os livros moraram dessa vez. Eu nunca havia visitado o espaço e me apaixonei pela arquitetura peculiar, as cores e em como a distribuição de obras funcionou bem entre os corredores.







A primeira vez que visitei Jaraguá foi em 2012 num passeio da escola. Apesar de não ter andado como queria e de não ter um olhar tão sensível naquela época, lembro de não esquecer das formações dos museus e de ficar feliz por entender que perto de casa havia muita história para ser conhecida. Talvez por retornar às minhas memórias de anos atrás (eu tinha 16 anos) vivenciar esse evento literário em 2019 me foi especial.










Na rua em que está localizada a antiga praça 2 Leões você tem acesso ao Armazém, Igreja Nossa Senhora Mãe do Povo, Associação Comercial, MISA (Museu da Imagem e do Som - na imagem abaixo), IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), entre outros prédios e instituições que merecem visita, registro e admiração.











No geral, eu fiquei feliz demais por ter visto Jaraguá tão cheio de vida e amor. Confesso que inicialmente pensei que a Bienal fosse não funcionar em tantos lugares ao mesmo tempo, mas esse julgamento prévio foi justamente por pensar que eu já conhecia o bairro (por esta publicação vocês percebem que me enganei, né? rs). Eu queria poder viver todos os anos esse feito lindo.













* Jaraguá (Maceió) em Wikipédia.

Espero muito que vocês tenham gostado de acompanhar um pouquinho do que esses dias por aqui representaram. Vi tantas coisas legais e espero que através da imagem vocês tenham sentido esse amor também. E, ah, esta publicação eu dedico (muito!) para a Aylla, uma amiga querida que tornou essa Bienal ainda mais possível e emocionante em minha vida. ♡



See you.

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