outubro 16, 2018

enfrentar a ansiedade



escrever sobre isso não é como comer um pudim - coisa que mais amo fazer. falar sobre isso me obriga a voltar para os pensamentos que me ferem vez outra. e dói, amigos. quando alguém diz que quer estar só, ela realmente precisa curtir alguma solidão. sem planejar ou pedir licença, a tristeza vem. é um misto de não sei o quê, como se fosse o café frio que eu não gosto de jeito nenhum. 

mas quando vamos crescendo também entendemos todo esse auê. a gente acha que não entende, mas no fundo entende. e tá tudo bem. o peito aperta e tudo se atrapalha, mas tá tudo bem também. quando crescemos entendemos que a ansiedade não pega uma viagem de ida pra longe porque o que viveremos é sempre um capítulo novo. é disso que a ansiedade gosta. o que ela não gosta é de saber que ela pode ser compreendida

ela detesta saber que podemos lidar com ela. que tudo bem chorar um pouco, mas que podemos entender como uma fase e que fica tudo bem. a menina ansiedade não gosta disso. agora, nesse segundo, distante dos dias atrás me senti pronta pra escrever sobre algumas coisas me ajudaram muito no meio das crises. 

1. é só mais uma situação comum.

custei acreditar que eu poderia tirar de letra algum momento simples da vida acadêmica. me questionei muito sobre o porquê de nos punirmos tanto. é sem necessidade toda essa punição, mas a menina ansiedade não quer saber. é sempre difícil entender que tá tudo bem, afinal, tudo é aprendizagem e você é incrível a sua maneira - sem clichês; mas porque realmente somos legais do nosso jeitinho. quase morri por uma apresentação. chorei, suei, não vivi. no dia eu vi que estava tudo bem e ter falado sozinha para o espelho, de fato, adiantou. 




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